terça-feira, 10 de agosto de 2010

Aula sobre o concurso interno do Glaucus


Estaremos nesta quarta feira ministrando uma aula sobre os conteúdos do concurso interno do CTG Glaucus Saraiva. Pessoal interessado, vá as 20h na sala de jogos para aproveitarmos esses momentos e esclarecermos dúvidas. O convite é feito pela coordenadora cultural do CTG, Simone Castilhos.

LOCALIZAÇÃO DO RS
RELEVO DO RS
HIDROGRAFIA DO RS (PRINCIPAIS)
FORMAÇÃO DO RS
REVOLUÇÃO FARROUPILHA
SÍMBOLOS CÍVICOS E ECOLÓGICOS DO RS
LENDAS GAÚCHAS – M´BOITATÁ , NEGRINHO DO PASTOREIO,
SALAMANCA DO JARAU, O CAVERÁ, JOÃO DE BARRO, QUERO-QUERO
DANÇAS TRADICIONAIS
BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS
MTG – O QUE É, DATA DA FUNDAÇÃO E SUA FUNÇÃO
TRADICIONALISMO, CARTA DE PRINCÍPIOS
GLAUCUS SARAIVA- BIOGRAFIA
HISTÓRICO DO NOSSO CTG GLAUCUS SARAIVA
CHIMARRÃO
INDUMENTÁRIA

MOSTRA FOLCLÓRICA

BONEQUINHA DE GALPÃO, PIAZITO, PRENDA MIRIM E PEÃO PIÁ – BRINQUEDOS , BRINCADEIRAS OU LENDAS DO RS

PRENDA JUVENIL, ADULTA E VETERANA – ARTESANATO

PEÃO E GURI FARROUPILHA – PROVA CAMPEIRA

PROVA ARTÍSTICA

ENTREVISTA INDIVIDUAL COM APRESENTAÇÃO DA PASTA PARA COMISSÃO;
DANÇA TRADICIONAL
CANTO OU POESIA

OBS : ESCOLHA LIVRE DO PEÃO OU PRENDA DE HONRA PARA A PROVA DAS DANÇAS TRADICIONAIS;

PASTA : DADOS DE IDENTIFICAÇÃO, VIVÊNCIAS EM QUE PARTICIPASTE DENTRO OU FORA DO CTG, PESQUISA DA MOSTRA FOLCLÓRICA COM BIBLIOGRAFIA,LETRA DA MÚSICA OU POESIA QUE SERÁ INTERPRETADA,E OUTROS ANEXOS A CRITÉRIO DE CADA CANDIDATO.

Em que mundo eles andam?


Ouço amigos comentarem:
Vereador entregou ao Secretário Municipal da Cultura e ao Prefeito , minuta de um projeto que pretende instituir o Acampamento Farroupilha Extraordinário durante a realização das competições da COPA do Mundo de 2014.

Tchê, que mundo esses caras vivem? Tem que ter algo errado! Não podem ser uns desinformados.. alienados... Durante dezenas de anos nada fizeram pro evento sair do "nada" que era. Quando veêm a criança grande, bonita, forte, dizem: Quero ser o pai. Temos direitos, afirmam! Onde anda a Assessoria desse povo?

Tem que ser uma criatura "alienada", por que é o mínimo que se pode dizer de alguém que chove no molhado e 500 anos depois grita: "Descobri o Brasil". Sò pode! Quando tu diz que não usavam bombachas, dizem que usam desde que eram criancinha pequena lá em Barbacena.

Tratamos esse assunto no Sarau do MTG que fez o Link Tradição gaúcha e a Copa de 2014 juntamente com o então vice Prefeito José Fortunatti e secretario especial para a Copa. Por isso eu digo meu povo: Em que mundo esses caras andam??????

Ps: Mas não perdem por esperar!!!!!!!!!

domingo, 8 de agosto de 2010

Dias dos pais... uma data importante

Uma frase que sempre ouvimos: "Mãe é uma só!!!!" Mas pai também é só um. Não vamos confundir pai com aquele que faz, que fornece material genético para a procriação. Vamos chamar de pai, aquele que fornece elementos que contribuem para o desenvolvimento do filho. Quem é o pai? Quando falamos essa palavrinha de tres letras vamos lembrar aquela figura durona que na sua ausência é lembrado como temor para evitar as ações negativas dos filhos. Lembramos também daquele homem que, com a barba ainda cerrada no rosto, é chamada de desatualizado por não entender das novidades da informática.
Mas o Pai é um ser humano como todos os outros com suas fraquezas, medos, ânsias e esperanças. Meu pai me ensinou que ser Pai é ser humilde quando poderia se exaltar. É aquele que muitas vezes chorou baixinho, longe, para não ser visto, pois muitas vezes com o coração partido, endurece para dar uma sentença como um juiz inflexível. Ensinou-me também que ser Pai é estar ao lado da família, mesmo estando distante na luta do dia-a-dia. É chegar cansado e ter que jogar uma partida de futebol. É encher-se de orgulho ao ver o filho vestindo a camisa do seu clube do coração e comemorar abraçados a classificação do seu time ou um grande título. Ser Pai é buscar nas noites mal-dormidas as respostas para os enigmas da vida para poder transmitir os ensinamentos àqueles que acreditam que ele tem a resposta para tudo.
Nós homens, passamos a infância e a adolescência provando nossa hombridade. Chorar não nos é possível, pois já diz o velho ditado: “Homem que é homem não chora!”. Mas lá estamos nós, pais, adultos que acompanhamos desde o primeiro momento o desenvolvimento de nossos filhos, participando daquilo que as mães chamam de sentir a vida nascendo dentro de si. Ser Pai meus amigos, é sofrer quando o filho esta doente e não poder faltar o trabalho e, prometer que naquele final de semana estará junto e poderá mostrar seu amor, ensinar a viver e brincar com ele. Ser pai é disputar o espaço que a natureza não lhe deu e poder dar mamadeira pro filho, imitar balbucios bobos, escondendo-se pra não dizer que você está louco.
Mais tarde ser avô... A doce arte divina de ser pai e filho ao mesmo tempo. Também de ser o guardião das “artes” e amigo íntimo dos netos. Confidentes. Que jogam cartas horas e horas a fio.
Enquanto as mães dizem que a namorada não serve para o filho, o pai acha que o namorado nunca é bom o suficiente para sua filha. O pai ensina o filho a ser macho, não chorar e a mãe insiste em educá-lo emotivo. Uma mescla de rudeza e amabilidade. Quantas vezes vibramos e nos emocionamos juntos e nos orgulhamos das conquistas dos filhos e daqueles que amamos? Enquanto escrevo, choro. Por isso vivo cada momento ao lado de meu pai, e de meu filho. Amo-os. Respeito-os. E crio meu filho para que siga seu caminho mas com a mala de garupa cheia de elementos que com certeza farão dele um homem honrado. Que irá preservar a nossa maior riqueza. Nosso nome. Feliz dia dos Pais!!!!!

Glaucus Saraiva na Zero Hora


O CTG Glaucus Saraiva atendeu ao pedido do Tulio Millmann e organizou a recepção para o roqueiro Paul Di'Anna na sede do departamento de tradições do Geraldo Santana. A repercussão não podia ser melhor; Zero hora de Sábado e Teledomingo. Na foto do Túlio, o Jean e o Léo com a banda Scelerata e o Metaleiro do Iron Maiden.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Ex vocalista do IRON MAIDEN visita nosso CTG


Banda Metal Scelerata

Paul Di'Anno com o Patrão e membros da Invernada mirim

O vocalista inglês Paul Di'Anno iniciou uma turnê pelo Brasil celebrando os trinta anos de lançamento do primeiro álbum do Iron Maiden, à convite do Teledomingo, visitou o CTG Glaucus Saraiva, juntamente com Túlio Millmann e Teixeirinha Netto.
Di'Anno retorna ao Brasil para se apresentar em 20 cidades, englobando todas as regiões do país. A banda de apoio de Di'Anno será o Scelerata, formada por Fabio Santos (vocal), Magnus Wichmann e Renato Osório (guitarras), Gustavo Strapazon (baixo) e Francis Cassol (bateria). Com dois álbuns lançados e promovendo seu novo vocalista, o Scelerata também fará a abertura dos shows nesta turnê.
Durante a visita, Paul foi recebido por integrantes da Invernada mirim do CTG, pelo Zé Gaiteiro, pelo Patrão e membros da patronagem do Glaucus. Paul ficou encantado pelas danças tradicionais do RS e pela beleza das meninas as quais destacou como "princess" e " ladyes".

Jean Carlo, Leonardo, Matheus, Aninha, Rogério Bastos, Carol e Nicole estarão no especial de Paul Di'Anno neste domingo com Tulio Millmann no Teledomingo.

Vale a Pena conferir!!!!!!

Lenço de pescoço

O lenço do gaúcho, em sua evolução, desceu da cabeça ao pescoço de início ainda com as pontas para trás. Popularizou-se ao ser adotado, politicamente, como designativo de cor partidária. Para destacar a cor-símbolo de luta, surgiu o lenço gaúcho nos moldes atuais, atado ao pescoço e solto ao peito.
O lenço gaúcho surge no Rio Grande do Sul como meio de distinção entre os federalistas e os republicanos. Gaspar Silveira Martins, político liberal, fundou o Partido Federalista adotando a Lenço Vermelho (Maragato).
Como um símbolo de luta, Júlio de Castilhos, político aliado do Governo Federal, defendia o Partido Republicano e tinha como símbolo o Lenço Verde (Pica-paus).
Mais tarde, o General Flores da Cunha, ao fundar o Partido Republicano Liberal, adotou o Lenço Branco (Chimango).

Foi a partir do poemeto “Antonio Chimango”, onde Ramiro Barcelos, com o codinome Amaro Juvenal, satirizava o governador da época, Antonio Augusto Borges de Medeiros, que os republicanos ficaram conhecidos como chimangos.
As cores mais tradicionais são a branca e a vermelha, que se popularizou a partir da Revolução Federalista (1893).
Hoje, o lenço de pescoço é peça integrante da indumentária gaúcha, e sua cor não mais reflete posição político-parti
dária.
O lenço gaúcho consiste em um tecido quadrangular, geralmente seda, de cor única, exceção ao xadrez miúdo (carijó) e nunca de tecido estampado. As cores mais usadas são as históricas - vermelho e branco, ressaltando que o lenço preto representa tradicionalmente o sentimento de luto. Diversas são as formas de atar o lenço sendo oito as mais tradicionais:

 nó tradicional, comum ou getulista, por ter sido usado pelo Presidente Getúlio Vargas, foi adotado pelos chimangos, sendo, portanto, feito em lenços de cor branca,

 nó quadrado , quatro pontas ou rapadura foi adotado por Assis Brasil, que era maragato sendo usado nas cores vermelha ou preta (luto),

 bago de touro ou três galhos;

 nó ou tope farroupilha, muito usado de 1935 em diante pelos revolucionários farrapos,

 nó apaixonados ou de corredor, usado em qualquer cor de lenço,


 nó pachola, por representar a alegria, pode ser usado em qualquer cor de lenço, exceto a preta, que significa a tristeza do luto,


 nó crucifixo, usado somente em festas religiosas, podendo ser atado em lenço de qualquer cor.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

OS CINCO ESTÁGIOS DA CARREIRA

Recebido da minha amiga Odila Savaris
Por: Max Gehringer

Existem cinco estágios em uma carreira.

O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Heitor de Contas à pagar.

No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. Heitor do Banco tal.

No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Heitor, diretor do banco tal.

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como "o meu amigo Heitor, diretor do banco tal". Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, um amigo profissional" .

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional. Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.

Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.

Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores. Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.

Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.

Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.

Curiosidade importantes

SIGNIFICADO DOS MATES

* Mate com açúcar: quero a tua amizade
* Mate com açúcar queimado: és simpático
* Mate com canela: só penso em ti
* Mate com casca de laranja: vem buscar-me
* Mate com mel: quero casar contigo
* Mate frio: desprezo-te
* Mate lavado: vai tomar mate em outra casa
* Mate enchido pelo bico da bomba: vás embora
* Mate muito amargo (redomão): chegaste tarde, já tenho outro amor
* Mate com sal: não apareças mais aqui
* Mate muito longo: a erva está acabando
* Mate curto: pode prosear a vontade
* Mate servido com a mão esquerda: você não é bem vindo
* Mate doce: simpatia

PARTES DA CUIA
1 – Topete, respiro, morrete, cerro, barranco, crista (fica à esquerda da bomba).
2 – Bomba, bombilha. Se ficar a esquerda do topete, é mate de canhoto.
3 – Beiço, boca.
4 – Pescoço (na cuia de beiço).
5 – Cuia, mate, porongo.
6 – Umbigo, cabo, bico.

PARTES DA BOMBA
1 – Bico, bocal, chupeta, boquilha.
2 – Anel, pitanga, botão de rosa, resfriador, passador.
3 – Haste, corpo de bomba.
4 – Coador, ralo, patilha, colher, bojo, coco, apartador

Mate prá estribo
é o último mate com que se brinda um visitante ao estar pronto para partir
Como o mate do João Cardoso
emprega-se para designar um fato que nunca se realiza
Aquentar água para outro tomar mate
preparar um negócio para outra pessoa colher os lucros
Andar de carijo aceso
diz-se da moça que anda "feito louca" atrás de namorado
A vida é como o mate, cura cevando
é vivendo que se aprende
Fulano anda tomando mate com rapadura
estar feliz, alegre
Andar com cara de mate fervido
andar sem graça, triste
Primeiro os encargos, depois os amargos
primeiro as obrigações, depois os mates

Uma das lendas da erva mate


Contam que um guerreiro guarani, que pela velhice não podia mais sair para as guerras, nem para a caça e pesca, porque suas pernas trôpegas não mais o levavam, vivia triste em sua cabana. Era cuidado por sua filha, uma bela índia chamada Yari, que o tratava com imenso carinho, conservando - se solteira, para melhor se dedicar ao pai.
Um dia, o velho guerreiro e sua filha receberam a visita de um viajante, que foi muito bem tratado por eles.
À noite, a bela jovem cantou um canto suave e triste para que o visitante adormecesse e tivesse um bom descanso e o melhor dos sonos.
Ao amanhecer, antes de recomeçar a caminhada, o viajante confessou ser enviado de Tupã, e para retribuir o bom trato recebido, perguntou aos seus hospedeiros o que eles desejavam, e que qualquer pedido seria atendido, fosse qual fosse.
O velho guerreiro, lembrando que a filha, por amor a ele, para melhor cuidá-lo, não se casava apesar de muito bonita e disputada pelos jovens guerreiros da tribo, pediu algo que lhe devolvesse as forças, para que Yari, livre de seu encargo afetivo, pudesse casar.
O mensageiro de Tupã entregou ao velho um galho de árvores de Caá e ensinou a preparar a infusão, que lhe devolveria as forças e o vigor, e transformou Yari em deusa dos ervais, protetora da raça guarani.
A jovem passou a chamar-se Caá-yari, a deusa da erva-mate, e a erva passou a ser usada por todos os componentes da tribo, que se tornaram mais fortes, valentes e alegres.

Modo tradicional de preparo do Mate

Coloque a chaleira ou a cambona no fogo... Coloque na cuia 3/4 de erva mate
Vire um pouco par ao lado protegendo com a mão... Logo em seguida coloque agua morna (mistura de agua quente com fria)

Deixe a erva inchar... tape a ponta da bomba e introduza segurando por alguns segundos


Qaundo a chaleira "chiar" (temperatura de 70º) desligue e sirva seu mate




Chimarrão... mais que uma bebida


O Chimarrão é um legado do índio Guarani. Sempre presente no dia-a-dia, o chimarrão constituiu-se na bebida típica do Rio Grande do Sul, ou seja, na tradição representativa do nosso pago. Também conhecido como mate amargo, é o símbolo da hospitalidade e da amizade do gaúcho. É o mate cevado sem açúcar, preparado em uma cuia, é sorvido através de uma bomba. É a bebida proveniente da infusão da erva-mate, planta nativa das matas sul-americanas, inclusive no Rio Grande do Sul.
O homem branco, ao chegar no pago gaúcho, encontrou o índio guarani tomando o CAA , em porongo, sorvendo o CAÁ-Y, através do TACUAPI.

Podemos dizer, que o chimarrão é a inspiração do aconchego, é o espírito democrático, é o costume que, de mão - em - mão, mantém acesa a chama da tradição, do afeto, que habita os ranchos, os galpões dos mais longínquos rincões do pago cá do sul, chegando a ser o maior veículo de comunicação.
O mate é a voz quíchua, que designa a cuia, isto é, o recipiente para a infusão do mate. Atualmente, por extensão passou a designar o conjunto da cuia, erva-mate e bomba, isto é, o mate pronto.
O homem do campo passou o hábito para a cidade, até consagrá-lo regional. O Chimarrão é um hábito, uma espécie de resistência cultural espontânea.
Os avios do mate, ou seja, os apetrechos, é o conjunto de utensílios usados para fazer o mate. Os avios do mate são fundamentalmente a cuia e a bomba.

VOCABULÁRIO:
Caá = erva-mate
Caá-y = bebida do mate = chimarrão
Tacuapi= bomba primitiva, feita de taquara pelos índios guaranis.

O MATE E A SUA INTIMIDADE

O ato de preparar um mate é dito “cevar um mate”, ou “fechar u, mate”, ou “fazer um mate” ou ainda” enfrenar um mate”.
A palavra amargo é muito usada em lugar de mate ou chimarrão.
O convite para tomar um mate é feito das seguintes formas:
 Vamos matear?
 Vamos chimarrear?
 Vamos verdear?
 Vamos amarguear?
 Vamos apertar um mate?
 Vamos tomar um chimarrão?
 Vamos tomar mate ou um mate?
 Que tal um mate?

O mate pode ser tomado de três maneiras, em relação a companhia:
MATE SOLITO: quando não precisa de estímulo maior para matear, a não ser a sua própria vontade. É o verdadeiro mateador.

MATE DE PARCERIA: quando se espera por um ou mais companheiros para matear a fim de motivar o mate, pois não gosta de matear sozinho.

RODA DE MATE: é na roda de mate, que esta tradição assume seu apogeu, agrupando pessoas sem distinção de raça, credo, cor ou posse material. Irmanados num clima de respeito, o mate integra gerações numa trança de usos e costumes, que floresce na intimidade gaúcha.

O gaúcho nunca pede um mate, por mais vontade que tenha. Poderá sugeri-lo de uma forma sutil, esperando que lhe ofereçam. O mate tem a propriedade sagrada de unir os casais, harmonizar os filhos, despertar a intimidade, que solidifica o núcleo familiar.

O chimarrão é rico em poesia. Antigamente, quando os namoros eram de longe, através de troca de olhares, os apaixonados utilizavam o mate como meio de comunicação e, de acordo com o que era posto na cuia, a mensagem era recebida e interpretada. Ao longo de sua história, o chimarrão é utilizado como veículo sutil de comunicação com objetivos sentimentais. Atualmente, os costumes mudaram, mas o hábito do chimarrão permanece cada vez mais forte, caracterizando o povo gaúcho.

As façanhas de Garibaldi e o fim da guerra

Giuseppe Garibaldi, italiano que chegou a Piratini em 1837, foi apresentado a Bento ainda na prisão, se encarregou de construir os barcos para formar a esquadra naval Rio-grandense. Contando com o apoio do experiente John Griggs e de alguns voluntários, em pouco tempo construiu os lanchõe spara navegar pela Laguna dos Patos. Com um plano ousado, Garibaldi levou os lanchões puxados por 200 juntas de bois por terra de Camaquã até a barra do Tramandaí. Seguindo pelas aguas e Davi Canabarro e Teixeira Nunes por terra, tomaram Laguna e criaram a República Juliana (29/07/1839), que durou pouco mais de tres meses (Nov/1839).

O ano de 1840 não foi bom para os republicanos. De 12 batalhas travadas perderam 9. Em março os Imperiais invadiram Caçapava obrigando aRepública se dirigir para Alegrete. O Barão de Caxias, grande apaziguador das rebeliões pelo Brasil, chegou em 1842 para interferir diretametne na Guerra no RS. No inicio desenvolveu uma forte campanha bélica contra os revolucionários, depois entendeu qu eo final da guerra somente viria pelo entendimento. Para isso proporcionou condições de negociação de paz. Em agosto de 1844 Bento Gonçalves se reuniu com Caxias apra tratar as condições de paz. Vicente da Fontoura foi escolhido para ir ao RJ representar a República nas negociações com o Imperio. Intransigentes, os representantes do Imperador exigiram uma rendição incondicional do RS. A resposta foi imediata: A República Rio-grandense não implora Paz... Se o Imperio preferir, a Guerra continuará.

As últimas negociações foram realizadas em Ponche Verde, local situado a 38km de Dom Pedrito. No dia 28/02/1845 David Canabarro assinou o documetno que colocava ponto final na guerra. No dia seguinte, dia 01/03/1845 o Barão de Caxias fez uma proclamação pública declarando terminada a revolução na província.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A Republica se organiza

Sabendo da prisão de Bento os farroupilhas se reuniram em Piratini e organizaram a República orientados por Domingos José de Almeida. Declararam a República uma nação independente com governo próprio. escolheram Bento Gonçalves da Silva para ser o Presidente, mas como estava preso, foi substituido por José Gomes de Vasconcellos Jardim. Ele organizou os ministerios da República e permaneceu Presidente por um ano.

Em 11 de março de 1837, liberais revolucionários rio-grandenses que moravam no RJ conseguiram resgatar da prisão alguns dos líderes farroupilhas mas Bento foi tranferido pro forte do Mar na Bahia. No dia 10 de setembro de 1837. Bento conseguiu fugir do Forte do Mar, graças ao auxilio de amigos que ajudaram a retornar ao sul. Depois de ter ficado escondido por amigos em Salvador, Bento seguiu de barco para Santa Catarina. De lá foi à cavalo para Viamão, de onde seguiu para Piratini assumindo a Presidencia da República.

O ano de 1837 foi o ano de auge da República. Organizaram os serviços de correios, fabricas de fumo, selarias, ferrarias, organizou-se a administração de fazendas, exportação de gado, couro e sebo. Criou-se o jornal "O Povo". Criou-se o escudo, a bandeira e o Hino para representar a nova república. A moeda era a mesma do imperio, só que serradas ao meio e cunhado o valor da República. Quando os revolucionários derrotaram as forças imperiais em Rio Pardo, em 1838, prenderam a banda de música imperial, dirigida pelo maestro mineiro Joaquim José de Mendanha e este, fez o Hino que se tornou o hino da vitória e, posteriormente, Hino Rio-grandense.

Em janeiro de 1839 os farroupilhas sairam de Piratini e levaram a capital para Caçapava, uma região mais afastada e bem mais protegida.

Revolução Farroupilha - A guerra em si

Em 1835 os farroupilhas deram inicio ao movimento armado. Na tarde de 19 de setembro, uma tropa de 200 farrapos acamparam nas proximidades da capital, pronta para invadir a cidade, comandados por Gomes Jardim e Onofre Pires. O Visconde de Camamu com a Guarda Nacional tentaram surpreender os farroupilhas, mas o Cabo Rocha atacou com sua tropa na ponte da azenha, vencendo os imperiais e ferindo o comandante. Na madrugada de 20 de setembro, Bento Gonçalves entrou triunfal em Porto Alegre, aclamado pelo povo, tomando a cidade oficialmente. O Presidente da Provincia, Antonio Rodrigues Fernandes Braga, fugiu para Rio Grande.

Bento exigiu que o governo central nomeasse um governante para a provincia que tivesse interesse em seu progresso. De comum acordo foi nomeado o Dr. José de Araújo Ribeiro para governar a provincia. Preocupado com a tensão politica na capital, Araujo Ribeiro tomou posse em Rio Grande, com Bento Manoel Ribeiro ao seu lado como comandante das armas. Este passava do lado dos farroupilhas para o lado legalista. Uma das primeira preocupações dos legalistas foi retomar a capital. Em 15/06 de 1836 Porto Alegre foi retomada pelos Imperiais, o que permanceu até o fim, dando o título de "mui leal e valorosa cidade de Porto Alegre".

O movimento revolucionário alastrou-se par ao interior e, na batalha do Seival, perto de Bagé, dia 11/09/1836 , Antonio de Souza Netto proclamou a Republica Rio-grandense. Com a capital nas mãos dos legalistas, a Vila de Piratini foi escolhida como sede da nova República.

Bento que estava em Viamão cercando Porto Alegre, soube da noticia da proclamção, levantou acampamento e partiu para a campanha. Quando,em Triunfo, cruzava pela Ilha do Famfa foi atacado e derrotado por Bento Manoel Ribeiro, Joaquim de Andrade Neves e o ingles John Grenfell.

Os principais chefes da República foram presos e mandados para Porto Alegre e depois para o Rio de Janeiro.

domingo, 1 de agosto de 2010

Galera do Glaucus Na BAND

Sexta feira dia 30 de julho, a meninada do Glaucus esteve no programa do João Garcia na BAND AM 640. Na foto o "sustinho" (Jackson), o Bebê Maluco (Ranan), o Diego e Diogo (dupla Sertaúcha) e na camera, o Jean. Gurizada foi muito elogiada pela personalidade de cada um pelo João Garcia, apresentador muito intelectual.

O talento desses jovens foi possivel ver no domingo quando se juntaram pra formar o musical da invernada mirim. Foram nota 10.

Revolução Farroupilha - Causas, ideais

Região de Fronteira, o Rio Grande do Sul foi palco de muitas guerras. A que mais se destaca aconteceu em 1835, terminando em 1845 conhecida por Revolução Farroupilha.

No século XIX, durante o Período Regencial, que começou logo após a abdicação de Dom Pedro I em 1831, o Brasil passou a viver um dos momentos mais conturbados de sua história. Um vazio de poder instalou-se nas diversas regiões ameaçando a integridade territorial brasileira. As disputas por este espaço nas províncias deflagrou diversos conflitos ideológicos, pois o rompimento com o colonizador e a abdicação do príncipe deixou o Brasil praticamente à deriva.

O Brasil tinha uma carência muito grande de pensadores, teóricos, pela inexistência de instituições de ensino, como universidades, e, mesmo a imprensa ainda era muito fraca e totalmente dirigida à objetivos específicos e ideológicos. As poucas instituições culturais da época, que eram as academias, eram dirigidas principalmente à poesia. Nestes ambientes de leitura e conhecimento funcionavam também para debates políticos, para textos de jornais, deixando de lado a literatura e a busca por teorias que circulavam pelo mundo.

No Rio Grande do Sul não era diferente do Brasil, as únicas instituições que impunham disciplina e educação era a própria família e o exercito. A igreja, que teve muito pouca interferência na formação do Rio Grande do Sul, também não contribuía na busca do conhecimento, pois durante o povoamento do “continente” ficou caracterizado por políticas anticlericais.


Presidia a província de São Pedro do Rio Grande do Sul, nomeado pelo poder central, sem apoio de partido político local, Antonio Rodrigues Fernandes de Braga. Não muito diferente dos dias atuais, tal atitude desagradava a elite local, provocando intrigas entre as oligarquias provinciais, que buscavam o poder através das distribuições dos cargos públicos. Em 1831 foi criada a Guarda Nacional, que mesmo pertencendo a uma “segunda linha” do exercito imperial, era melhor aparelhada e permanecia em poder dos chefes políticos locais.


A Revolução Farroupilha não foi um movimento que tenha surgido da noite para o dia, na verdade foi se estruturando ao longo do tempo pela insatisfação daqueles que eram responsáveis pela manutenção do território, bem como pela economia da província.

O movimento encontrou forças principalmente na economia e na política. Diferentemente de outras províncias, cuja produção de gêneros primários se voltava para o mercado externo, como o açúcar e o café, a do Rio Grande do Sul produzia principalmente para o mercado interno. Os principais produtos eram o charque e o couro. As charqueadas produziam para a alimentação dos escravos, indo em grande quantidade para abastecer a atividade mineradora nas Minas Gerais, para as plantações de cana-de-açúcar e para a região sudeste, onde se iniciava a cafeicultura. A região, desse modo, encontrava-se muito dependente do mercado brasileiro de charque, que com o câmbio supervalorizado, e benefícios tarifários, podia importar o produto por custo mais baixo do Uruguai que competia com o abate de gado da região, pondo em risco a viabilidade econômica das charqueadas sul-riograndenses.

Por conseqüência, o charque rio-grandense tinha preço maior do que o charque oriundo da Argentina e do Uruguai, perdendo assim competitividade no mercado interno. A tributação da concorrência externa era uma exigência dos estancieiros e charqueadores, que viam nessa tributação a possibilidade de uma livre concorrência.

Os principais compradores brasileiros que eram os que detinham as concessões das lavras de mineração, os produtores de cana-de-açúcar e os cafeicultores, não viam com bons olhos a idéia de tributação, pois veriam reduzida a lucratividade das mesmas, por aumentar os gastos na manutenção dos escravos.

Devido às disputas territoriais na região de fronteira, o Rio Grande do Sul, nunca foi uma Capitania Hereditária no período colonial e, sim, parte de seu território, desde o século XVII ocupado por um sistema de concessão de terras a chefes militares. Os rio-grandenses, fosse por uma posição estratégica ou por posição geográfica, conviviam com os índios, com os espanhóis, com as disputas permanentes de território, com o nascimento de novas nações, com impérios e repúblicas, com imigrantes que traziam sua religião, sua posição política, ideologias, conviviam ainda com os portugueses exilados e com brasileiros que eram destacados, como punição, para o sul. A monarquia era vista como retrógada, sinônimo de atraso, de autoritarismo e de ignorância social.

Como causas da revolução, baseadas nesses conceitos ideológicos,podemos resumir como:

1. De Ordem Econômica:
Altas taxas alfandegárias; Impostos sobre a terra e produção, recolhidos pelo império; concorrência autorizada no mercado brasileiro da venda de charque argentino e uruguaio; grande circulação de moeda falsa na Província;


2. De ordem militar:
A mal sucedida campanha da Cisplatina, que resultou na independência do Uruguai; descaso da corte do RJ com as condições precárias do Exército no Rio Grande


3. De ordem ideológica:
Decepção com a constituição de 1824 e com o Ato Adicional de 1834 que centralizaram excessivamente o poder na corte; O descaso com a província que historicamente deu seu sangue e comprometeu sua riqueza para defender a fronteira contra as investidas castelhanas; a imposição de um governo sem que fossem consultados os rio-grandenses; as novas idéias liberais vindas da Europa.


4. De ordem religiosa:
Havia um conflito aberto entre a igreja do Rio Grande do Sul e a direção católica estabelecida no Rio de Janeiro.

O tradicionalismo se organiza

O Tradicionalismo é um movimento cultural popular, social e cívico, que procura recuperar e preservar os valores rurais do passado. È também tido como “uma ideologia destinada a submeter às camadas populares, rurais e urbanas, aos seus princípios, que enfatizam a harmonia social, o bem coletivo, a cooperação com o Estado, o respeito à lei, etc.

O tradicionalismo gaúcho trata-se de uma organização social que, com métodos próprios, foco definido e praticas acordadas, mantém aspectos tradicionais nas células associativas que chamamos CTGs.

As primeiras entidades tradicionalistas gaúchas foram fundadas inicialmente pela elite, em 1857 no Rio de Janeiro (que existe até hoje), muito rica e tem, inclusive, um Centro de Tradições Gaúchas (CTG), o “Desgarrados do Pago”. No Uruguai, foi fundado em 1894 a Sociedad La Criolla. As entidades tinham o objetivo de cultuar as raízes tradicionais da época, como uma forma de encontro entre os que faziam parte delas.

Em meados dos anos 40, os tradicionalistas eram um povo com ideal, objetivos, território, mas sem “altar” para desenvolver suas crenças. Foi quando um grupo de estudantes, liderados pelo jovem tradicionalista João Carlos Paixão Côrtes fundou o Departamento de Tradições Gaúchas do Grêmio Estudantil do Colégio Júlio de Castilhos, em Porto Alegre.


Neste contexto, é criado o 35 Centro de Tradições Gaúchas de Porto Alegre, no dia 24 de abril de 1948, como uma reação a presença cultural maciça dos Estados Unidos. A proliferação dos CTG’s deflagrou em movimento que, em 1966 foi denominado Movimento Tradicionalista Gaúcho – MTG. O MTG é definido como uma sociedade civil sem fins lucrativos, que se dedica à preservação, resgate e desenvolvimento da cultura gaúcha, por entender que o tradicionalismo é um organismo social de natureza nativista, cívica, cultural, literária, artística e folclórica.

Com seus objetivos explícitos na “Carta de Princípios” de Glaucus Saraiva e na Tese: “O Sentido e o Valor do Tradicionalismo” de Luiz Carlos Barbosa Lessa, o Movimento Tradicionalista Gaúcho busca auxiliar o Estado na solução de seus problemas e na busca do bem coletivo, transformando suas entidades filiadas em pólos difusores dos bons costumes, da educação e do civismo, o reconhecimento aos valores de nossa pátria.

sábado, 31 de julho de 2010

Ocupação territorio do RS

Em 1680 os Portugueses fundaram a Colonia do Santissimo Sacramento no Uruguai na margem contrária a Buenos Aires, para o contrabando pelo Rio da Prata. O comercio de gado estava consolidado na região e cada vez mais arriscado.

Portugal manda o Brigadeiro José da SIlva Paes para a barra do Rio Grande para estabelecer ali um ponto de apoio à Colonia do Sacramento que recebi investidas permanentes dos espenhóis. Silva Paes desembarcou em fevereiro de 1737, trazendo soldados da infantaria e artilharia, canhões, munição e cavalarianos do Regim,ento de Dragões das Minas Gerais. 254 homens.

Junto com Cristovão Pereira de Abreu, Silva Paes levantou a fortificação que incluia uam capela e uma altar dedicado a Jesus, Maria e José (que deu o nome ao forte).

Os espanhóis e as reduções e missões jesuiticas

Em 1626 o Padre roqeu Gonzales atrasvessou o Rio Uruguai e fundou o aldeametno de São Nicolau, em terras hoje Rio-grandenses. São Nicolau foi a primeira Redução Jesuitica. Em 1627 fundou a redução de Candelária.

Os missionarios chegaram a bacia do Rio Jacuí em 1633, onde fundaram a missão de Santa Teresa (norte do RS), Santa'Ana, na depressao central chegou a abrigar 7000 pessoas. São Joaquim reuniu mais de mil familias catequizadas. Acompanhe pelo Mapa as reduções jesuiticas.

Com as chegada dos Bandeirantes em busca de ouro nas novas terras, resolveram apresar os indios das reduções . A Primeira Bandeira paulista foi de Raposo Tavares em 1636. Depois ANdré Fernadez, Fernão Dias Pais e Jeronimo Pedroso. Muitas outras vieram depois, buscando indios para escravizar em São Paulo.

Os Jesuitas não conseguiram evitar a destruição das reduções e viram suas igrejas e casas incendiadas, destruidas e os indio mortos ou prisioneiros. Asim começou a retirada das populações missioneiras indo em direção ao Rio Uruguai. O gado se dispersou e ficou xucro aos campos abandonados, multiplicando-se.

Os espanhóis ficaram alarmados qunado em 1680 os portugueses fundarama Colonia do Sacramento e logo trataram de providenciar a ocupção do territorio ao norte do rio da Prata. Com o objetivo de resguardar as suas estancias os jesuitas resolveram novamente atravessar o Uruguai e fundar em terras rio-grandenses sete aldeiamentos que se chamaram Sete Povos:

- São Borja (1682)

- São Nicolau (1687)

- São Luis Gonzaga (1687)

- São Miguel (1687)

- SãoLourenço (1690)

- São João Batista (1697)

- Santo Angelo (1706)

Os primeiros caminhos


Os portugueses logo perceberam que o gado xucro, ou chimarrão, que pastava no scamposnão tinha donos. Isso representava uma grand eriqueza: Fornecia carne, couro, graxa, a guampa e servia ainda como meio de transporte. Excelente fonte de comercio. Assim iniciaram as rotas dos tropeiros, que conduziam as tropas de gado bovino, cavalar e muar (mulas) até Sorocaba (SP) onde vendiam os animais.

As invernadas
Durante o percurso dos tropeiros, eles iam parando aqui, ali, para descansar e ao memso tmepo alimentar o gado e dar agua. Ocorria que as vezes ficavam parados em determinados lugares por semanas, devido ao mau tempo. Acabavam construindo umpequeno abrigo para dormir e alimentar-se. Esse lugares onde os tropeiros ficavam e acomodavam o gado chamava-se invernadas.

O maior de todos os tropeiros foi Cristóvão Pereira de Abreu, que nasceu em 1680 (data de fundação da Colonia do Sacramento) em Ponte lima, Portugal. Pertencia a uma familia nobre, por isso tinha instrução esoclar acima do comum. Com seu desejo de avcentura e de conhecer novas terras se trnasferiu par ao Brasil ainda muito jovem. Tornou-se tropeiro e comerciante, e sob seu comando o comercio de gado desenvolveu-se muito no RS.


A formação do RS - Povoamento

Os primeiros habitantes do Rio Grande do Sul

          Há aproximadamente 10 mil anos, aqui chegaram os primeiros seres humanos, os indios.  Há dois mil anos, um grupo que alcançou o Rio Uruguai e entrou em territorio Rio-grandense, o Grupo Guarany. Eram bons navegadores, conheciam as florestas, usavam o arco e a flecha, tacape e a lança. Eram guerreiros e ocupavam os vales dos grandes rios com florestas e litoral.
          Conheciam o fumo, produziam potes de cerâmica, plantavam pequenas roças. Trouxeram o milho, a mandioca, a abobora, a pimenta, o pimentão, o feijão, o amendoim e o uso da erva mate.
A chegada do Homem Branco.
          Os primeiros elementos da raça branca que aqui chegaram foram os portugueses e os espanhóis.eles disputaram o território de várias maneiras: por lutas armadas, por acordos e por ocupação das terras.
        Quando eles aqui chegaram ,o território era habitado por 100 a 150 mil indígenas, que utilizavam a natureza sem destruí-la ou prejudicá-la.não poluíam as águas, não destruíam a vegetação, não extinguiam os animais.
          Os portugueses começaram a ocupar o território pelo litoral, explorando o gado selvagem solto pelos índios e jesuítas. Depois ocuparam os campos da campanha, consituindo as estancias.
         Outros elementos da raça branca que chegaram ao RS forma os açorianos, que deram inicio a agricultura. Plantaram trigo por algum tempo e dedicaram-se a outras atividades como a pecuária e comercio.

Os negros
          Os colonizadores além de vender e comprar gado, vendendo couro e sebo, iniciaram a fabricação do charque. Por esse motivo os charqueadores começaram a introduzir a mão de obra escrava vinda da àfrica. Negros qeu com seu trabalho forçado contribuiram no desenvolvimento do estado e também na cultura.


Outros imigrantes

          Em 1824 chegaram os alemães e em 1875 os italianos. Eles povoaram a região, abriram caminhos que nao existiam nas matas, foram derrubando árvores para plantar. Povoados surgiram, a industria se desenvolveu e o comercio cresceu.
          Também chegaram ao RS Judeus, Poloneses, Ingleses, Japoneses, Chineses, Sírios, Libaneses, coreanos... e o territorio crescendo e ficando cada vez mais povoado.

        População: É o conjunto de seres humanos que habitam o território, independente das raças.

Geografia do RS - Clima e vegetação

O Clima do RS chamado de subtropical, por que no verão é quente em demasia e no inverno é um dos mais rigorosos do Brasil. Diferente do norte e nordeste do Pais.



Em Bom Jesus, a 1.085m de altitude, tem um inverno bastante rigoroso, mais que Porto ALegre que tem 4m de altitude me relação o nível do Mar.



A vegetação do RS tem se modificado ao longo do tempo, quer pela ação humana, quer pelo movimento da propria natureza. O homem modifica a vegetação , por exemplo, quando retira do solo todas as árvores de uma espécie e em, seu lugar, planta outras de espécie diferente.

A vegetação predominante no Rio Grande do Sul é a litorânea, mata subtropical, mta dos pinhais e os campos (ver mapa).

Geografia RS - Hidrografia

Hidro: Agua Grafia:Escrita É parte da geografia que estuda o conjunto das águas (rios, bacias, lagos, etc...) re uma região.

Termos significativos, fique atento pois são importante spara entender a hidrografia do RS:

Bacia Hidrografica: É a area na qual corre o rio principal e todos afluentes.
Nascente: Local onde nasce o Rio
Afluente: Pequenos Rios que desembocam no rio principal
Foz: Local onde desagua o Rio Principal

Bacia do Sudeste: O rio Jacui é o principal rio desta bacia. Foi e continua sendo de grande importancia para o estado. Seus principais afluentes são os rios:
Taquari, Caí, dos Sinos, Gravataí.
Foi através do Jacui que os colonizadores alemães e italianos tiveram acessos as regiões interioranas do estado. Possui um trecho navegavel de 667km, de Cachoeira do Sul ao porto de Rio Grande.

Bacia do Uruguai: Formado Rio é o Uruguai e seus afluentes. Ele nasce da união dos rios Pelotas e Canoas em Santa Catarina, e desagua na Foz do Rio da Prata, no Uruguai. Sua extensao é de 2,046km, dos quais mais de 1,500km no Brasil. Esse rio tem grande importancia historica, pois foi atravessando-o os Jesuitas fundaram os sete povos das missões.
Seus principais afluentes são: Contas, Paso Fundo, da Várzea, Quaraí, Camandaí, Piratiní , ijuí e Ibicuí.

Geografia do RS - Relevo

Limites do RS:

Ao norte: Santa Catarina
Ao Sul: Uruguai
A leste: Oceano Atlantico
A oeste: Argentina

Extensão territorial: mais de 280.000 km²

População : mais de 10.900,000 de habitantes

Municipios:496

Relevo:

Planalto - Grande extensao de terreno elevado, cortado por vales (exe: Passo Fundo) Situado ao norte do estado apresentando solo vermelho
Planice - Terreno Plano
Depressão- Em geografia, é um abaixamento de nível do solo (ex: Santa Maria depressao central)
Escudo- Na geografia do RS, é o conjunto das serras localizadas a oeste da lagoa dos patos
Campanha- Em geografia, são os campos extensos, geralmente destinados a pastagem de gado vacum, equinos, ovinos e caprinos.
Pico- Local mais alto de uma determinada região


Encosta da serra: Localiza-se entre o Planalto e a depressão central. Trata-se de uma região importante, pois nela encontramos a região da zona colonial, principal produtoras de cultura vinícola desenvolvida pelos imigrantes italianos (Caxias, Bento, Garibaldi, Flores da Cunha, Veranóplis e outros). Desenvolveu a industria moveleira e metalmecânica.

Depressão Central: Região situada mais para o centro do estado. Em realção às regiões próximas é uma área mais baixa. Foi seguindo o Rio Jacui que os habitantes fundaram cidades como General Camara, Rio Pardo, São Jeronimo...

Campanha Gaúcha: Localizada a sudoeste do estado a campanha gaúcha é algo que caracteriza o RS, como o "Pão de Açucar" caracteriza o RJ.

Planice Litoranea: localizada a leste do estado, chama-se planice por ser uma região plana, que está ao memso nível do mar.

Concurso interno do CTG Glaucus Saraiva

CONTEÚDOS PARA A PROVA ESCRITA

LOCALIZAÇÃO DO RS
RELEVO DO RS
HIDROGRAFIA DO RS (PRINCIPAIS)
FORMAÇÃO DO RS
REVOLUÇÃO FARROUPILHA
SÍMBOLOS CÍVICOS E ECOLÓGICOS DO RS
LENDAS GAÚCHAS – M´BOITATÁ , NEGRINHO DO PASTOREIO,
SALAMANCA DO JARAU, O CAVERÁ, JOÃO DE BARRO, QUERO-QUERO
DANÇAS TRADICIONAIS
BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS
MTG – O QUE É, DATA DA FUNDAÇÃO E SUA FUNÇÃO
TRADICIONALISMO, CARTA DE PRINCÍPIOS
GLAUCUS SARAIVA- BIOGRAFIA
HISTÓRICO DO NOSSO CTG GLAUCUS SARAIVA
CHIMARRÃO
INDUMENTÁRIA


MOSTRA FOLCLÓRICA

BONEQUINHA DE GALPÃO, PIAZITO, PRENDA MIRIM E PEÃO PIÁ – BRINQUEDOS , BRINCADEIRAS OU LENDAS DO RS


PRENDA JUVENIL, ADULTA E VETERANA – ARTESANATO

PEÃO E GURI FARROUPILHA – PROVA CAMPEIRA

PROVA ARTÍSTICA

ENTREVISTA INDIVIDUAL COM APRESENTAÇÃO DA PASTA PARA COMISSÃO;
DANÇA TRADICIONAL
CANTO OU POESIA


OBS : ESCOLHA LIVRE DO PEÃO OU PRENDA DE HONRA PARA A PROVA DAS DANÇAS TRADICIONAIS;

PASTA : DADOS DE IDENTIFICAÇÃO, VIVÊNCIAS EM QUE PARTICIPASTE DENTRO OU FORA DO CTG, PESQUISA DA MOSTRA FOLCLÓRICA COM BIBLIOGRAFIA,LETRA DA MÚSICA OU POESIA QUE SERÁ INTERPRETADA,E OUTROS ANEXOS A CRITÉRIO DE CADA CANDIDATO.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Tudo é festa no Beira Rio... e aqui em casa

A diretoria do Inter anunciou, na tarde desta quarta-feira, o projeto arquitetônico para as obras de modernização do estádio Beira-Rio para a Copa do Mundo de 2014. No evento, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, elogiou as alterações propostas para cumprir as exigências da Fifa. "Quando me perguntam qual é a principal obra para a Copa, eu não tenho dúvidas que é o Beira-Rio. Se não houver estádio, não há campeonato”, defendeu.

Na tarde a assinatura do convenio a noite a festa do Inter... Um a zero no São Paulo.

A final da Libertadores está mais próxima do Beira-Rio. O Inter deu um passo importantíssimo para chegar à decisão do torneio ao ganhar do São Paulo por 1 a 0, nesta quarta-feira, no Beira-Rio. Giuliano, que entrou no segundo tempo com sua estrela, foi o herói da noite ao marcar aos 23 da etapa final. Agora, o Colorado joga pelo empate no segundo encontro da semifinal, no Morumbi, na quinta-feira da próxima semana..

A estrela de Giuliano brilhou como no jogo contra o estudiantes que o inter perdia por dois a zero e estava saindo, quando ele entrou no jogo pra fazer valer o regulametno do gol fora de casa.