terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Tese apresentada por Manoelito Savaris, no Congresso - Parte II

OS FUNDAMENTOS DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO

           O sentido do tradicionalismo e o seu valor foram definidos por Barbosa Lessa na tese aprovada durante o 1º Congresso Tradicionalista realizado em Santa Maria, no inverno de 1954.

           Os objetivos do tradicionalismo gaúcho estão insculpidos na Carta de Princípios, elaborada por Glaucus Saraiva e aprovada no 8º Congresso Tradicionalista realizado em Taquara no ano de 1961.

          Os objetivos do MTG, como federação, foram definidos no 12º Congresso Tradicionalista realizado em outubro de 1966, na cidade de Tramandaí, no estatuto apresentado por Hugo da Cunha Alves, oportunidade em que o MTG foi criado.

           As características do MTG foram definidas, também, no 12º Congresso, por proposta de Hermes Ferreira e constam no Brasão de Armas, são elas: social, nativista, cívica, cultural, literária, artística e folclórica.

           Os valores básicos da tradição gaúcha foram didaticamente apresentados por Jarbas Lima no 40º Congresso Tradicionalista, realizado no verão de 1995, em Dom Pedrito e são eles: espírito associativo, nativismo, respeito à palavra dada, defesa da honra, coragem, cavalheirismo, conduta ética, amor à liberdade, sentimento de igualdade, politização, e o senso de modernidade.

           As crenças que caracterizam o tradicionalismo são encontradas nas obras de Paixão Cortes, Barbosa Lessa, Manoelito de Ornelas, Glaucus Saraiva, nas letras de músicas regionais, nas palestras e pregações de inúmeros tradicionalistas e, sem querer esgotar o tema, podemos enumerar: a família como célula indispensável, a convivência das gerações como garantia do fazer da tradição, o respeito em relação ao outro como garantia da sociabilidade, a confiança como elemento de tranquilidade psicológica, o trabalho em mutirão como argamassa de construção do ambiente associativo, a força do grupo local que atende, no indivíduo, o sentimento de pertencimento.

           Os princípios do tradicionalismo gaúcho são vários e dificilmente poderão ser estabelecidos de forma definitiva, mas analisando todos os documentos já citados e outros mais aprovados em Congressos ou apresentados em obras como o Nativismo de Barbosa Lessa, Curso de Tradicionalismo de Antonio Augusto Fagundes, Manual do Tradicionalista de Glaucus Saraiva, ABC do Tradicionalismo de Salvador Lamberti, entre tantas outras. Para fins desse documento e atendendo ao que ele se propõe, selecionamos três princípio para que sirvam de base ao “Plano de recomposição ideológica”: a simplicidade, a tradicionalidade e o voluntariado.

SIMPLICIDADE 

           Os dicionários definem como simples aquilo que não é dotado de artifícios, extravagâncias ou excessos.

           Todos os historiadores, pesquisadores e romancistas que escreveram sobre o gaúcho, partiram do conceito de que se trata de um tipo humano simples, não afeito ao luxo, não disposto ao uso de artifícios, direto, autêntico, original. No vestir, no portar-se, no falar, nas condições de moradia, nas exigências de conforto, o gaúcho é um tipo humano simples. Não rebuscado.

         O traje é simples, tanto para o homem como para a mulher. Até o estancieiro ou o charqueador, gaúchos da classe socialmente mais elevada, guardam a simplicidade no vestir, sem exageros. Aqui não encontramos o uso de penas nos chapéus ou de maquiagens nos homens.

          O galpão, seus móveis e instrumentos são sempre simples e funcionais. Não há que se confundir simplicidade no vestir e na morada com desleixo ou falta de asseio.

          As danças tradicionais pesquisadas e adotadas pelo MTG são simples, tanto na elaboração coreográfica quanto na composição musical. Os próprios instrumentos musicais, sempre importados, são simples, com destaque para a viola ou violão e a gaita (acordeão).

TRADICIONALIDADE

           É qualidade ou condição do que é tradicional. Tradicional, por sua vez é tudo aquilo que decorre de costumes praticados antigamente e que se relacionam com uma determinada cultura ou história de uma comunidade. O tradicional pode ser manifestado em diversas expressões artísticas que explicam o cotidiano de uma maneira enraizada na história de um povo.

            A tradicionalidade é determinada pelo fazer da tradição, ou seja, pela transferência de princípios, crenças, valores, usos, costumes e fazeres de uma geração para outra. Não há tradicionalidade naquilo que for fruto da inovação, da invenção de hoje ou da vontade individual de quem está realizando ou construindo alguma coisa.

            Quando tratamos de coisas tradicionais estamos nos referindo à cultura e ao folclore de uma sociedade, no caso, da sociedade gauchesca. Isso vale para a forma de utilizar o laço, de encilhar o cavalo, de vestir-se à moda do gaúcho, de executar uma dança tradicional ou de criação e execução musical.

VOLUNTARIADO

            As nações unidas definem o voluntário como: “o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diferentes formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos...”

           No conceito de voluntariado dois elementos são fundamentais: o cunho pessoal ou escolha individual e a doação de tempo e de esforço para responder a uma inquietação ou a uma convicção levada à prática.

           De uma foram geral as entidades sem fins lucrativos, como são todos os CTGs, as RTs e o próprio MTG, se baseiam no voluntariado. As pessoas, livre e espontaneamente, se associam e, a partir daí, dedicam tempo, esforço, inteligência e mesmo recursos financeiros pessoais para que aquela entidade atinja os seus objetivos. Estatutariamente é vedado remunerar ou distribuir lucros entre associados e dirigentes dos CTGs. O que pode haver é o ressarcimento de despesas pessoais quando isso se impõe para que os objetivos sejam atingidos.

           Até aproximadamente vinte anos atrás cada CTG tinha seu grupo musical e o seu instrutor exclusivo. As despesas para manutenção dessas atividades eram aquelas necessárias para o pagamento de custos referente à alimentação e transporte ou para a frequência de algum curso de aprimoramento ou, ainda, para o concerto ou afinação dos instrumentos musicais que, eventualmente pertenciam ao próprio CTG.

            O voluntariado no tradicionalismo gaúcho ainda está muito presente. Os dirigentes de CTGs, das Regiões Tradicionalistas e do MTG não são e não podem ser remunerados. Quando a entidade apresenta um quadro de disponibilidade, há o ressarcimento de despesas o que é plenamente justificável.

           Os associados de entidades tradicionalistas, de uma forma geral, são voluntários, sejam eles concorrentes em eventos ou simplesmente apoiadores. Veja-se como ocorre com laçadores, integrantes dos departamentos de esportes campeiros, dançarinos, prendas e peões de faixa e crachá. Mas no quadro atual temos duas atividades que a maioria dos CTGs remunera: instrutores de danças tradicionais e membros dos grupos musicais.

           No caso de avaliadores da área artística e juízes da área campeira, há o consenso de que deva haver o pagamento de despesas. Em várias situações, especialmente quando são oferecidos valores financeiros como premiação, parece razoável que avaliadores e juízes sejam remunerados através de cachê previamente definido.

           As entidades sem fins lucrativos podem ter em seus quadros, um corpo de funcionários para atender as suas necessidades estruturais. Há casos em que gaiteiros ou mesmo instrutores de danças são funcionários com direitos e deveres definidos nas leis trabalhistas. Essa prática, mesmo que não recomendada para entidades como os CTGs que existem para oferecer oportunidade de convívio entre gerações e de perpetuação das tradições, é compreensível.

           No Brasil há uma lei federal que regulamenta o serviço de voluntariado (Lei 9.608 de 18 de fevereiro de 1998). Essa lei diz: “considera-se serviço voluntário, para fins da lei, a atividade não remunerada, prestada por pessoa física a entidade pública d qualquer natureza, ou a instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social ...”

            A mesma lei, no artigo 3º, diz que “o prestador de serviço voluntário poderá ser ressarcido pelas despesas que comprovadamente realizar no desempenho de suas atividades voluntárias”.
(continua...)

Tese apresentada por Manoelito Savaris, no Congresso - Parte I

REFLEXÕES NECESSÁRIAS
IDEOLOGIA DO TRADICIONALISMO GAÚCHO
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

           O Movimento Tradicionalista Gaúcho – MTG tem suas origens remotas ainda no século XIX. As primeiras iniciativas não alcançaram abrangência significativa e nem se consolidaram como um “movimento” coordenado e com objetivos tão claros e definidos que pudessem criar raízes sólidas no meio social. Desse período destacamos a criação do Grêmio Gaúcho de Porto Alegre, criado em 1898 sob a liderança de João Cezimbra Jacques, o Patrono do Tradicionalismo Gaúcho.

           Em meados do século XX, a partir da reação à invasão cultural, especialmente norte-americana, um grupo de jovens interioranos vivendo em Porto Alegre, cria uma agremiação denominada 35 Centro de Tradições Gaúchas que estabelece novo e definitivo padrão para as iniciativas tradicionalistas. A definição clara dos objetivos e a nomenclatura específica e inovadora dão ao 35 CTG a condição de pioneirismo, mesmo que outras entidades tenham sido criadas antes.

           A partir de 1948 surgem os CTGs, em todos os cantos do estado e em vários locais do Brasil, invariavelmente organizados à imagem e semelhança do “Pioneiro”.

           Graças ao trabalho incansável dos fundadores, daquilo que podemos chamar de “tradicionalismo moderno”, surgiram os congressos tradicionalistas que proporcionaram o exaustivo debate e posterior fixação dos objetivos gerais, das metas a serem alcançadas, dos princípios norteadores, dos valores a serem preservados e da estrutura ideal para consolidação e perpetuação de tudo isso.

           É dos congressos que emergem documentos tidos como fundamentais e indispensáveis ao MTG: as “teses” que fazem reflexão sobre o sentido, o valor, o alcance social ou as razões do tradicionalismo, tais como “O sentido e o valor do tradicionalismo” de 1954 e “O sentido e o alcance social do tradicionalismo” apresentado em partes, nos anos de 1995 a 2004; a “Carta de Princípios”, que define os objetivos e estabelece parâmetros e limites do Movimento; e os “planos” que tiveram a finalidade de reorientar, revitalizar e fixar posição do Movimento Tradicionalista, tais como o “Plano Vaqueano” de Hugo Ramirez em 1969 e o “Plano de Ação social” de Onésimo Carneiro Duarte em 1983.

           Constatamos que o tradicionalismo gaúcho, ao longo de sua história, soube discutir as questões vitais para a sua preservação e fortalecimento. Ele sempre soube encontrar caminhos que conduzissem os tradicionalistas e as entidades em torno das quais esses se reúnem, para caminhos seguros. Utilizando uma linguagem atualmente muito empregada no meio empresarial, podemos dizer que o Movimento soube “reinventar-se”.

           É claro que as ações de “reinvenção” ou de “reengenharia” sempre foram mecanismos utilizados para melhorar ou para recompor o seu corpo organizacional. É isso que estamos propondo neste momento.

           Sabemos que as instituições evoluem e que ao longo dos anos são assimiladas novas tecnologias e novas formas de relacionamento. Esse evoluir é da essência das instituições. É o próprio movimento. Também sabemos que é impossível retornar ao ponto de partida ou de refazer o caminho trilhado. Os acertos e os erros da trajetória institucional estão lá, são intocáveis e devem servir somente como referência para que, se faça melhor. Portanto não há como retroceder.

           No entanto, detectados problemas ou imperfeições, podemos resgatar do passado aspectos importantes e fundamentais que eventualmente se tenham perdido ou desgastado. O importante, para poder agir bem, é analisar o cenário atual e verificar a necessidade, ou não, de implementação de mudanças ou de resgate de aspectos fundamentais.
(Continua...)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Manoelito Savaris palestra em Sarandi, dia 07 de março


Resgatando o valor do trabalho dos departamentos nas entidades, no CTG Tropilha Farrapa

            Olá amigos! Novamente estamos organizando um evento de cunho cultural em nossa região, o qual está sendo promovido por mim e pelas prendas mirim e juvenil da 24ªRT. Por isso, gostaria de te convidar para participar da 3ª Ação do nosso projeto "CTG Núcleo de Fortalecimento". 

            O evento será realizado no dia 28/02, na sede do CTG Tropilha Farrapa (Rua Fábio Brito de Azambuja, nº 245, Bairro São Cristóvão, Lajeado), com inicio às 9h30min. No período da manhã, será realizada uma palestra com o Presidente do MTG, Nairoli Callegaro. E a tarde, roda de conversa com a presença da 1ª Prenda do Rio Grande do Sul 2016/2017, Roberta Jacinto, da 3ª Prenda do Rio Grande do Sul 2005/2006, Ana Paula V. Labres, do Diretor do Departamento Jovem Central, Kelvyn Krug e do Assessor de Eventos do Departamento Jovem Central, Éridio Silveira.

            Ao público participante do evento no período da manhã, poderão desfrutar de um café da manhã que serviremos para recepciona-los. 

           Ao meio-dia, será servido almoço no galpão da entidade.  O cartão do almoço será vendido ao valor de R$ 15,00. Lembrando que o almoço não é obrigatório.

           O evento vale certificado Regional. 

Convite da 1ª Prenda 
Caroline Scariotti

Vem aí o 30º Seminário Estadual de Prendas, em São José do Ouro


domingo, 19 de fevereiro de 2017

Tema Quinquenal do MTG - O voluntariado


Roberta Jacinto palestra em Canela, dia 05 de março


6ª RT promove Seminário de Prendas, em Rio Grande


CCTG Lila Alves receberá palestra na 1ª Campereada Mirim



Definidos os locais e datas das Inter-regionais do ENART

          As três etapas regionais do ENART - Encontro de Artes e Tradição, cuja final será realizada em Santa Cruz do Sul em novembro, já têm os locais e datas definidos. 
          A primeira etapa será em Santo Ângelo, nos dias 26 e 27 de agosto, na 3ª RT. A segunda será realizada em Uruguaiana, no dia 30 de setembro, na 4ª RT, e a terceira em Canoas, nos dias 21 e 22 de outubro, na 12ª Região Tradicionalista.

         Cada etapa reunirá dez regiões tradicionalistas e, a partir desta classificatória,  definirá os participantes da grande final. 

SANTO ÂNGELO (26-27/08/17) - Regiões - 1ª - 3ª - 5ª - 6ª - 10ª - 14ª - 15ª - 17ª - 22ª - 25ª RTs
URUGUAIANA (30/09 - 01/10/17) - Regiões - 2ª - 4ª - 8ª - 9ª - 11ª - 13ª - 18ª - 19ª - 21ª - 28ª RTs
CANOAS (21-22/10/17) - Regiões - 7ª - 12ª - 16ª - 20ª - 23ª - 24ª - 26ª - 27ª - 29ª - 30ª RTs

Reunião em Rolante tratou de FECARS, ENART e FENART

            No ensolarado sábado, dia 18 de fevereiro, os Coordenadores Regionais foram até Rolante, cidade que sediará, em março, a Festa Campeira do RS, para a reunião ordinária e, ainda, envolvendo diretores artísticos, culturais, jurídicos, de esporte e campeiros.
             Já na abertura o presidente Nairo passou a pauta envolvendo as inter-regionais do ENART, a final, a FECARS, o Nacional, em Querencia, o tema do voluntariado, assuntos da secretaria de agricultura do estado, o novo sistema que será implantado (apresentado por Wilson Porto, de Brasilia) e da divisão das reuniões por setores.
             Mais de 200 pessoas estiveram presentes à produtiva reunião e seus desdobramentos por setores (departamentos).
           A reunião de Coordenadores Regional deliberou também que o  66º Congresso Tradicionalista Gaúcho será realizado nas terras da 2ª Região Tradicionalista, na cidade de São Jeronimo, em janeiro de 2018.
 Definidos locais das inter-regionais do Enart 2017

            As três etapas regionais do Encontro de Artes e Tradição, cuja final será realizada em Santa Cruz do Sul no mês de novembro, já têm locais e datas. A primeira etapa será em Santo Ângelo, nos dias 26 e 27 de agosto, na 3ª Região Tradicionalista. A segunda será realizada em Uruguaiana, no dia 30 de setembro, na 4ª Região Tradicionalista, e a terceira em Canoas, nos dias 21 e 22 de outubro, na 12ª Região Tradicionalista.
            Cada etapa, segundo o presidente do MTG, Nairo Callegaro, reunirá dez regiões tradicionalistas e definirá os participantes da grande final. Os locais foram anunciados no sábado, dia 18 de fevereiro, em Rolante, quando o MTG realizou reunião com os coordenadores regionais e diretores artísticos, culturais, jurídicos, de esporte e campeiros.  (Sandra Veroneze/Ass.Imprensa)






sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

5ª RT empossa sua nova diretoria

Luiz Clóvis Vieira fica mais uma vez a frente da coordenadoria

           Na noite de quinta-feira, 15 de fevereiro, aconteceu a posse da diretoria da 5ª Região Tradicionalista (RT), com sede em Santa Cruz do Sul. A solenidade foi realizada nas dependências do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Lanceiros de Santa Cruz e contou com a presença de patrões, tradicionalistas, prendas, peões e convidados.
Luiz Clóvis Vieira fica mais um ano a frente da coordenadoria, sendo a sua 11ª gestão. Além dele, tomaram posse os demais membros da diretoria. A solenidade contou com a presença do Vice-Diretor de Esportes Campeiros do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Martim Guterres Damasco.

          Além da diretoria da 5ª RT, foi empossada a Associação Tradicionalista Santa-cruzense

Coordenador: Luiz Clóvis Vieira
Vice coordenador: Pedro Elci Bicca
1º Sota-capataz: Carmen Lúcia Cezar
2º Sota-capataz: Vera Fátima Carvalho
1º Agregado das pilchas: Sulimar Fogaça
2º Agregado das pilchas: Maicon Vidal

Conselho Fiscal: Eliçon Rodrigues, Hilberto Jackisch, Juliano Batista
Suplentes conselho: Jacson Franco, Maria Teresa Teixeira, Cristina Noronha

Conselho de ética: José Mauro Rosa, Elenir Werner, Rosângela Jochims, Hilberto Jackisch
Suplentes conselho: Glaci de Almeida, Juliano Batista Alexandra Bini, Catia Jantsch e Ione Correa

Departamento jurídico: Ivo Lopes Salgueiro e Kleber Moraes
Departamento cultural: Mari Ana Diniz, Ana Betina Jahn
Adjuntas cultural: Angela Martim e Alyne Motta
Departamento avaliadores: Ana Betina Jahn, Gilvânio Jahn
Departamento estudos e pesquisas: Cristhian Afolter Pereira, Cristina Noronha, Clegir Silva
Departamento artístico: Eliçon Rodrigues, Maicon Vidal
Adjuntos artístico: Bruna Terres, Pedro Oliveira
Departamento campeiro: Emerson Machado, Pedro Elci Bicca
Adjuntos campeiro: Abel Bini, José Pedro Barros
Secretaria rodeio: Vera Carvalho
Departamento cavalgadas: Paulo Machado, Célia Carvalho
Adjuntos cavalgadas: Maite Damé Teixeira, Fátima da Rosa
Relações Públicas: Clegir Silva, Janice Rocha
Departamento de eventos: Jacson Franco, Alexandra Bini
Assessoria de imprensa: Alyne Motta, Leandro Siqueira e Bernardo Muller
Coordenadores adjuntos: Maria Tereza Teixeira, João Lima e Paula Roff

Mais informações diretamente com o coordenador pelo fone (51) 9 9782 0144

Alyne Guimarães Motta
Jornalista MTB/RS 15.018

Começa hoje a 33ª Cavalgada do Mar

O Grande amigo Dedeus - que, como tantos, partiu para a estancia celestial e está lá, evoluindo seu espírito
           A Cavalgada do Litoral Norte, ou simplesmente, Cavalgada do Mar, foi criada em outubro de 1984, por iniciativa de João José de Oliveira Machado, conhecido entre os amigos por Machadinho, advogado da Prefeitura de Palmares do Sul, o interventor municipal de Tramandaí, João Carlos Wender e Ney Cardoso Azevedo, Prefeito do município de Palmares do Sul. Segundo Machadinho foi uma forma de reivindicação pelo fechamento do Banco Sulbrasileiro.
Durante o Documentário, Machadinho nos ensinando um pouco de história e relatando a origem da Cavalgada
Programação da Cavalgada de 2017:
Dia 17 concentração em DUNAS ALTAS (Palmares do Sul).
18/02 Dunas Altas - Pinhal
19/02 Pinhal - Cidreira
20/02 Cidreira - Tramandaí
21/02 Tramandaí - Imbé
22/02 Descanso e Rodeio em Imbé
23/02 Imbé - Capão da Canoa
24/02 Capão da Canoa - Arroio do Sal
25/02 Arroio do Sal - Torres (encerramento)

            Na 30ª Cavalgada fizemos um documentário para a Ulbra TV, onde registramos momentos importantes da vida do homem do campo e o trabalho do tropeirismo. Procuramos entender o que leva esses homens a tirar férias para poder estar uma semana no lombo do cavalo cruzando o litoral do RS. 

            Secretários de Estado, Ministro, advogados, Secretários Municipais, vereadores, desembargadores, empresários (homens e mulheres muito bem sucedidos, trabalhando de assadores ou outras atividades para equipe). Um lugar onde, o coronel, serve o soldado, onde o empresário assa o churrasco para seus funcionários, não existem divisas. Não existe status social. Não existem classes sociais. Existem homens com objetivos comuns ligados por uma tradição secular.
Cavalgada de 2009

Em 2012 com o grande Osório - ao lado de Virgilino Bastos

Ministro Aldo Rebelo

Ajos Dutra, Wilmar Romara (acima) Tio Beno, do Piquete memorias do Passado e Léo Ribeiro (abaixo)

Cavalgada de 2010 - Parada em Santa Terezinha(Imbé)

Vem aí a 29ª Festa Campeira do Rio Grande do Sul - De 16 a 19 de março, em Rolante



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Coral da 30ª RT com Inscrições abertas para novos cantores.

Coordenador Carlos Moser
          A oportunidade para quem gosta de Cantar.
          Venha cantar e se divertir com o Coral da 30ª Região Tradicionalista/MTG.
          O Coral da 30ª RT/MTG começou suas atividades em abril de 2014, sob condução do Maestro Wagner Petry Moraes e vem atuando em diversas cidades da região e do estado, um grupo voltado a desenvolver músicas a capela de cunho regionalista.
          Os ensaios sempre ocorrem nas terças-feiras das 19h30min às 22h, no Plenárinho da Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo.
          As audições ocorrem dia 21/02 a partir das 19h30min. Inscrições pelo e-mail coral30rt@gmail.com.
          Maiores informações pelo e-mail, ou pelo numero (51)99175-4480 (Wagner)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Subcoordenadoria do Delta do Jacuí realiza o 1º encontro de 2017

           O Coordenador da 1ª Região Tradicionalista, Luiz Henrique Lamaison, e o Presidente do MTG, Nairo Callegaro, participaram, na noite desta segunda-feira, 13 de fevereiro, do Encontro de Patrões da Subcoordenadoria do Delta do Jacuí, que abrange os municípios de Guaíba, Eldorado do Sul, Barra do Ribeiro, mariana Pimentel e Sertão Santana.
           O jovem Subcoordenador, Jeferson Quadros apresentou sua equipe de trabalho e recebeu, a Secretaria de turismo e cultura de Guaíba, Cláudia Mara, e o Presidente da Câmara de Vereadores do Município, Dr. Renan Pereira (PTB), mostrando o trabalho das entidades tradicionalistas de sua região.






segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Iniciados preparativos da 47ª Ciranda Cultural de Prendas

          O presidente do MTG, Nairo Callegaro, esteve na manhã de segunda-feira, 13 de fevereiro, em Bagé. O objetivo foi reunir-se com o prefeito Divaldo Lara e com o Secretário de Cultura, Fabiano Marion, para tratar da 47ª Ciranda Cultural de Prendas, que acontecerá no município nos dias 25 a 27 de maio. Também estiveram presentes a vice-presidente de Administração do MTG, Elenir Winck, a primeira prenda do Rio Grande do Sul, Roberta Jacinto, o coordenador da 18ª Região Tradicionalista, Gilberto Bittencourt Silveira.

           A Ciranda Cultural de Prendas é um dos eventos mais tradicionais do MTG e abrange as modalidades mirim, juvenil e adulta. Anualmente, escolhe dentre as candidatas aquelas que melhor representem as virtudes, a dignidade, a graça, a cultura, os dotes artísticos, a beleza, a desenvoltura e a expressão da mulher gaúcha. Segundo o presidente do MTG, um dos principais méritos do concurso é envolver as comunidades, desde a base, que é o CTG, para a preservação da cultura gaúcha, promovendo o sentimento de orgulho e pertença para o resto da vida.

           Para a escolha das prendas são realizadas avaliações de escrita, artística, oral, caracteres pessoais, mostra folclórica ou arte tradicional e relatório de atividades.

Sandra Veroneze
Assessoria de Imprensa MTG

Inhacorá, 20ªRT, promove Seminário de Prendas e Peões


11 de fevereiro, o dia do campeiro

No dia 11 de fevereiro, data que marca a morte de Maneco Pereira é conhecida como o dia do campeiro. Uma homenagem ao homem que, segundo informações, laçava com o pé.

           Manoel Bento Pereira, ou Maneco Pereira, foi o maior laçador que o Rio Grande do Sul conheceu em todos os tempos. Ele nasceu no dia 18 de junho de 1848, no município de Rio Pardo. Ainda criança, foi com a família para a "Estância do Curral de Pedras", no município de Rosário do Sul, onde seu pai trabalhou de capataz.

           O rebanho da fazenda alcançava mais de 42 mil cabeças. Aos 15 anos, "Maneco Pereira" já era o sota-capataz da estância, cargo que antigamente era dado ao peão que mais se destacasse nas lides de campo. Com a morte do pai assumiu a função de capataz.

           É quase incrível o que contam das suas façanhas praticadas em tempos de sua juventude. Tão espetaculares foram esses feitos realizados numa época em que o laço e as boleadeiras faziam exímios manejadores.

           "Maneco Pereira" foi um laçador que tanto pealava e laçava com as mãos como com os pés, e não fazia isso por acaso, bastava advir ocasião. Com o laço nas mãos só não fazia chover. Era como um artista fazendo demonstrações da sua arte, num palco de diversões.

           No dia 11 de fevereiro, de 1926, morria "Maneco Pereira", tendo sido sepultado no dia seguinte no Cemitério do Joanico, situado no Batovi. A data ficou marcada e é comemorada, na atualidade, como o dia do campeiro, em homenagem a ele.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Extra!!! Extra!!! Saiu o Eco de Fevereiro

Olhem ai, o Eco da Tradição de Fevereiro.. quentinho, saindo do forno....

Editorial do Presidente - Questionamentos e mudanças: É apenas o começo
Charla Campeira - Paixão Cortes desafia: O que é o Bitango?
Eco Entrevista - Bicampeão de Violino do ENART e Blogueira do Cantinho Gaúcho, Caroline Bouvie;
Conheça o perfil dos Coordenadores Regionais
Superação - No Eco de Fevereiro a história de quem conseguiu superar a crise e fazer seu CTG crescer de novo. CTGs Gauderio Serrano e CTG Querencia do Prata. O que fizeram? Veja na página 17
Proseando com Tenencia - Casos & Acasos - Voluntariado, preparação apra a próxima década (tá chegando) e o Opinião do Elomir, pagina 02, diz por que.