sábado, 21 de abril de 2018

Trovador Adão Bernardes lança seu livro em Igrejinha

Lançamento do Livro de Adão Bernardes na Orocatto, em Igrejinha
             Com o selo da Bastos Produções, o livro de Adão Bernardes foi lançado em Igrejinha. Adão Pedro Bernardes, nasceu em São Francisco de Paula, em 28 de junho de 1959, e transita intimamente nas áreas da trova, poesia, canção e pajada. Como compositor conta com mais de 100 obras gravadas, nos gêneros gaúcho e sertanejo. Com suas composições já venceu o 1º Bordoneio do Canto Ibiá, de Montenegro e o 1º Sergapo, de São Leopoldo.

             É poeta e autor dos livros “Cantando em mi maior de gavetão” (1994), e “O Grande Espelho da Vida” (2013), além de ter participado como convidado do livro Ronda do Carijo (1984). Como intérprete gravou quatro CDs: Adão Bernardes e seus convidados (2001); Antologia da guampa (2004); A Doma do Potro Sinuelo (2010); e Minhas Trovas (2012). Também fez uma participação especial, como convidado, no CD Pajadores do Brasil, da USA Discos (2001), e no CD “Feras do Improviso em Trovas e Pajadas”, da Gravadora Portal X, de Porto Alegre. 

            Por sua profunda ligação com os versos e a trova, foi Presidente da Associação de Trovadores Luiz Müller de Sapucaia do Sul - 2004/2005. Em dezembro, de 2011, foi outorgado o melhor pajador no ano pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e recebeu o prêmio Vitor Matheus Teixeira.

CTG 'Os Tauras da Colina' elege nova patronagem

            Criado em 16 de janeiro de 1992, o "CTG Os Turas da Colina", de Igrejinha elegeu uma nova diretoria assim composta:

Patrão: Drione Ribeiro de Jesus
Vice Patrão: Márcio Reichert
Agregado das pilchas:  Luiz Antonio Gewehr
Sota capataz: Gerusa Pereira tejada 
Patronagem do CTG Os Tauras da Colina - 22ªRT
Departamentos :
Diretor Cultural: Marlene Oliveira 
Diretor Artístico: Adriana Edinger 
Diretor departamento Jovem: Eliton Ramos Jacobus

Opinião do Blog: Parabéns à Patronagem que mantém no departamento Cultural alguém como Marlene de Oliveira. Para esta mulher tiro o chapéu.

Sobre um tema para a Semana Farroupilha 2018 - Festejos Farroupilhas do Rio Grande do Sul

 
         A temática dos Festejos Farroupilhas era feita, até o final do seculo passado, em cada cidade, em cada região. Então, a partir de uma particularidade local extraia-se um tema. Todo estado realizava a Semana Farroupilha, mas sem um grande impacto. Cada um do seu jeito. Assim como era o acendimento da Chama Crioula.

           Quando, em 1947, os jovens alunos do colégio Júlio de Castilhos realizaram a primeira Ronda Crioula, depois que o "grupo dos oito" fez o translado dos restos mortais do general farroupilha, David Canabarro, não imaginavam onde chegaria tal ação. Poderia ter sido somente um evento na escola, mas a repercussão e o trato dado por Manoelito de Ornellas, destacou a atividade, em uma época bastante difícil e contraditória para tais interesses.
Criada pela agencia Parla, que prestava serviços para o SESC, parceiros dos Festejos, foi a Logo escolhida e eternizada
           Entre 1999 e 2002, tentou-se uma temática, com maior incidência na 1ª Região Tradicionalista, mas, feito também em outras. Temas trabalhados: 1999 – Os lanceiros Negros; 2000 – A mulher Gaúcha; 2001 - A República e, 2002 - A mulher. Não existia uma folheteria estadual. Foi a partir do ano de 2003, com o tema - Soldado Farrapo: O herói anônimo, que foi realizado o primeiro desfile temático (com carros feitos propriamente para isso, por artistas plásticos, muitos oriundos do Caranaval e da ChocoFest. O empenho do então governador do estado, Germano Rigotto, do Secretário de Estado do Turismo, Luis Augusto Lara e do presidente do MTG, Manoelito Carlos Savaris, além da dedicação e voluntariado dos tradicionalistas, que o tema ecoou por todo estado e pelo Brasil.
Luis Augusto Lara (E), Germano Rigotto (C) e Manoelito Carlos Savaris
           A partir dai todos os anos era escolhido um tema que todo Rio Grande trabalhava em uníssono:
2004 – Os Ideais Farroupilhas 
2005 – O Gaúcho: Usos e Costumes
2006 – Assim se fez o Gaúcho
2007 – Assim se movimentou o gaúcho
2008 – Nossos símbolos: Nosso orgulho 
2009 – Os farroupilhas e suas façanhas
2010 – Farroupilhas: Ideais, cidadania e revolução
2011 – Nossas raízes
2012 – Nossas riquezas
2013 – O RS no imaginário Social
2014 – Eu sou do Sul
2015 – Campeirismo Gaúcho: Sua importância cultural e social
2016 – A Republica das Carretas – 180 anos da proclamação da Republica Rio Grandense
2017 – Farroupilhas: Idealistas, revolucionários e fazedores de história


Fica bem claro, ao analisarmos as temáticas, que dois grandes temas são discutidos: O Rio-grandense (farroupilhas) e o Gaúcho, propriamente dito. Os anos de 2003, 2004, 2009, 2010, 2016 e 2017 foi tratado da Revolução Farroupilha e 2005, 2006, 2007, 2008, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015 - O Gaúcho. 
            Chama Crioula


            Uma fogueira sempre mexe com os nossos pensamentos. Um fogo de noite pode significar muita coisa. Pode ser um luau, pode ser magia...Tem gente que adora. Outros, morrem de medo. Por que será?

            Em todos os povos e culturas, o fogo sempre foi associado às forças espirituais. É símbolo da divindade e das chamas do inferno. Ao mesmo tempo, o fogo é, dos quatro elementos da natureza, o mais sutil. Afinal de contas é o único com o qual a gente não pode entrar em contato direto.

            O fogo é fonte de luz e nos aquece. Mas ninguém pode tomar banho no fogo, respirar fogo ou pegar fogo sem se ferir. O fogo fere porque ele é pura transformação. Nunca é igual, nem a si mesmo. O fogo aquece nosso coração, ilumina as trevas da Noite e por isso tem importância em rituais de magia, é idolatrado por alguns, serve de inspiração para outros e ainda pode ser considerado símbolo da paixão. Como se vê, o fogo está sempre presente: não só como instrumento da humanidade para dominar a natureza, mas como símbolo de nossos próprios sonhos.

            Antiguidade

            Na antiguidade, o fogo era considerado sagrado por muitos povos, incluindo os gregos que tinham uma lenda segundo a qual o fogo teria sido entregue aos mortais por Prometeu, que o roubara a Zeus. Devido à importância do fogo, em muitos templos eram mantidas chamas acesas permanentemente. Este era o caso do templo de Hestia, na cidade de Olímpia.

            Segundo se sabe, a tradição de manter um fogo aceso durante os Jogos Olímpicos remonta à antiguidade, quando se efetuavam sacrifícios a Zeus. Nessas cerimônias, os sacerdotes acendiam uma tocha e o atleta que vencesse uma corrida até ao local onde se encontravam os sacerdotes teria o privilégio de transportar a tocha para acender o altar do sacrifício. O fogo era, então, mantido aceso durante os Jogos como homenagem a Zeus.

          No Rio Grande do Sul

           Aqui no estado, esse fogo simbólico é representado pela Chama Crioula, que nasceu no ano de 1947, em um momento conturbado da historia Brasileira e mundial. Era um período em que os Estados Unidos da América, que havia tirado vantagens da segunda grande guerra, ditava a moda como centro irradiador das grandes novidades mundiais, espalhando seu capital, seu prestigio, mas principalmente sua cultura que era de “mudar”, “evoluir”, “desenvolver” reproduzir o modismo lançado que invadia a América.

           Era o ano de 1947, quando é criado em Porto Alegre, no Colégio Júlio de Castilhos um Departamento de Tradições Gaúchas, com o objetivo de resgatar, preservar e proporcionar a revitalização das coisas tradicionais do Rio Grande do Sul, através da historia gaúcha. Naquele momento, um grupo de oito jovens ginasianos  deste colégio, não ficaram sentados assistindo culturas alternativas invadirem o cerne cultural de nosso estado, e numa atitude de muita responsabilidade,  oficiaram o presidente da Liga de Defesa Nacional, manifestando o desejo de fazer o acompanhamento dos restos mortais do General Farroupilha, David Canabarro, que era transladado ao Panteão riograndense, de à cavalo. Uma vez aceito pela Liga de Defesa, o mais difícil foi arregimentar cavalarianos para cumprirem o ato, onde podemos verificar que usar indumentária gaúcha  naquele período era quase um “crime” perante a sociedade.

           No dia cinco de setembro de 1947, os oito jovens, tendo por lider João Carlos D’Avilla Paixão Cortes, fizeram o primeiro desfile nas comemorações da semana da Pátria, acompanhando os restos mortais do general farroupilha. no dia 7, da pira, foi retirada uma centelha do Fogo Simbólico, por Paixão Cortes, Ciro Dutra Ferreira e Fernando machado Vieira, acendendo o candeeiro crioulo e guardado no Colégio Julio de Castilhos,  dando origem à nossa Chama Crioula, que simboliza o apego do gaúcho à sua terra, o seu nativismo, seu telurismo. 

           Esta Chama, que permanece acessa dentro de cada um de nós, demonstrando nosso respeito às instituições, valorizando a nossa cultura tradicional, à palavra empenhada, e nossa demonstração de civismo, patriotismo e amor ao Rio Grande e suas mais caras tradições, era acesa em diversas partes do estado, mas em Porto Alegre o tradicional ato era repetido no dia sete de setembro. Até que em 2001, em Guaíba, em frente a casa de Gomes Jardim, e do Cipreste farroupilha, o Rio Grande se reuniu para uma cerimônia única. Dali partiram cavalarianos para muitas regiões. E assim continuou ano à ano...
Foto histórica: Chama Crioula em 2011, comemorava os 50 anos da Carta de Princípios, em Taquara. Wilson Tubino (E), Ivo Benfatto, Manoelito Savaris, José Roberto Fischborn, Dinara Xavier da Paixão e Darcy Paixão
2002 – Acesa em Laguna/SC, para distribuição em Santa Maria
2003 - Camaquã, na Chácara da Água Grande, de Barbosa Lessa
2004 - Erechim, no Recanto dos Tauras
2005 - Viamão, cidade fundamental na história do RS
2006 - São Gabriel, na Sanga da Bica, onde tombou Sepé Tiarayú
2007 - São Nicolau, 1ª redução e um dos 7 povos das missões
2008 - São Leopoldo, Terra de Colonização Alemã
2009 - São Lourenço, no casarão de Ana, irmã de Bento Gonçalves
2010 - Itaqui, o acendimento volta para a fronteira
2011 - Taquara, cinquentenário da Carta de Princípios
2012 - Venâncio Aires - Capital Nacional do Chimarrão
2013 – General Câmara – Distrito de Santo Amaro 
2014 – Cruz Alta – Terra de Érico Veríssimo
2015 – Acendimento internacional na Colonia do Sacramento e no Brasil a distribuição no Chui
2016 – Triunfo – Terra de Bento Gonçalves e da Batalha do Fanfa
2017 - Mostardas  e, em 2018 será em Iraí;
           Temáticas possíveis em 2018 para os Festejos Farroupilhas
Temática de 2013 abordou o imaginário social. Mitos e Lendas do Rio Grande do Sul forma debatidos
            O ano de 2018 proporciona algumas possibilidades únicas para os tradicionalistas e amantes da cultura gaúcha. Neste ano completam-se 180 anos das maiores conquistas farroupilhas. Foi em 1838, que Bento Gonçalves, já no Rio Grande, depois de fugir do Forte do Mar, na Bahia, voltou a liderar a República e foram grandes as investidas. Domingos José de Almeida proporcionou a vinda de equipamentos para a primeira tipografia farrapa, e Luiggi Rossetti editou o primeiro jornal "O Povo", em Piratini. Juntos os Generais Farrapos tomaram a tranqueira invicta, Rio Pardo, no dia 30 de abril de 1838 e prenderam a banda Imperial onde estava o maestro Joaquim José de Mendanha. Ali nascia o hino mais cantado do mundo (naquele dia, só tocado). Também 180 anos do Manifesto de Bento Gonçalves.

Possibilidades:
180 anos da Tomada de Rio Pardo
180 anos do Hino Farroupilha
180 anos do Jornal "O Povo"
180 anos do Manifesto de Bento Gonçalves
Qual frase de efeito caberia para abordar todos estes temas?

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Entrevista com Pedro Pedrozo, patrão do CTG Ronda Charrua

Em 2012, na transmissão do ENART pela TV Com
            Natural de Santa Maria, Pedro Evori Pedrozo, 55 anos, não chegou a concluir o curso superior, mas descobriu cedo sua grande paixão: A música e a dança. O filho mais jovem de uma família de dez filhos, sendo oito homens e duas mulheres, Pedrozo e mais cinco irmãos são gaiteiros e apreciam a musicalidade regional gaúcha. 


            Criado em família que sempre usou bombacha, para Pedrozo isso sempre foi normal. Quando foi morar na cidade descobriu o CTG Estancia do Jarau e, depois, o CPF Piá do Sul onde despertou a grande paixão e o levou a trabalhar a vida inteira com as danças.
Na transmissão do ENART pela TV Tradição

            Pedrozo fez muitos cursos e aperfeiçoamentos na área artística, principalmente no que se refere a dança. Como foi um dos precursores no momento de transição para as coreografias de entradas dos grupos, produziu e melhorou a didática e a forma de entendimento para ensinar a modalidade que mais atrai jovens para o movimento. "Vivi em tempos que mal se tinha um gaiteiro pra tocar, ou se usava fitas cassetes (que enrolavam e rebentavam), até mesmo cantando, sem acompanhamento, para que o grupo pudesse ensaiar” - desabafou.  

FEGART e ENART

Eu participo desde o Festival do Mobral. Depois ele passou para o FEGART e, posteriormente, o ENART. Lá no inicio a competição era pequena e vivíamos uma grande festa. Hoje é mais regras por causa do nível da competição. As vezes as pessoas se confundem e chamam a atenção por causa do tipo de pilcha que estás usando no dia-a-dia. Não podemos confundir a vida particular de cada um, com o regramento exigente para as competições” – disse Pedrozo.

Planos para o Ronda Charrua

O CTG Ronda Charrua foi que me trouxe para Farroupilha. Já morei em Santa Maria, de onde sou natural, morei em Osorio, Tramandaí, Capão da Canoa, e depois acabei sendo contratado pelo Ronda e conheci minha esposa, casei, tive minha filha e fui procurado pelos maiores grupos do Rio Grande do Sul e de fora. Ali criei minha filha e achei importante e oportuno fechar esse  ciclo ajudando de forma mais direta a administração, sendo patrão do CTG. A gente vive uma época em que está cada vez mais difícil de se conseguir gente voluntaria para se trabalhar. As pessoas nesta época moderna procuram cuidar mais de si, deixando as instituições de lado. Por isso a minha dedicação e meu período de vida será dedicado ao Ronda Charrua

Descentralizar a administração

           Pedrozo quer montar um quadro social grande. Espera que essa sociedade possa gerir a entidade, dependendo o mínimo possível do poder público. Criar departamentos, dividindo responsabilidades, descentralizando a gestão, com olhos para o futuro. Com uma gestão adequada, profissional em busca de atingir os objetivos e vencer desafios.
CTG Ronda Charrua, FEGART, em 1990 - O primeiro título. Recebendo  o troféu das mãos de Paixão Cortes
A Patronagem

           A equipe de trabalho é composta por pessoas com uma historia muito longa dentro do Ronda Charrua. A vice-patroa é uma integrante desde criança que passou por todos grupos de dança e é mãe de alunos e de gente que participa do CTG. A secretaria é formada por gurias que sempre estiveram nos grupos da entidade. Na tesouraria, idem. Pessoas que tem filhos envolvidos nos grupos de danças. E o Conselho inteiro não foge disso, tem um envolvimento grande e harmonioso com o Ronda Charrua. “Estamos em uma grande equipe de pessoas experientes buscando avançar e valorizar aquilo que já foi feito. Temos uma tradição, antiguidade e um nome a zelar” – afirmou Pedrozo.
Coreografia cinematográfica que encantou o Brasil e emocionou quem estava no Ginásio
Comida preferida
         Como um bom morador da Serra Gaúcha, Pedrozo gosta muito de uma Sopa de agnoline (capeletti).

Filme e livro
Filmes gosto de tudo um pouco, mas gosto mais de documentários. Documentários trazem muito da historia. Livro também tenho o costume de ler um pouco de tudo, sem uma preferencia em especial, mas mais voltado para o antigo, para a história.” – conta Pedrozo.

Áudio entrevista - Conhecendo Pedro Pedrozo

terça-feira, 17 de abril de 2018

Zaida Andrade, a pequena gigante nos esportes e concursos de prendas e peões

           Uns chamam de "prendólogos", outros atribuem adjetivos de boa ou má conotação para aqueles, ou aquelas, que dedicam o seu tempo a ensinar historia e geografia, tradição, folclore e tradicionalismo para os concursos. 
           Tem os que cobram para isso. Tem outro que pagam para isso... Viajamos pela bela geografia da pampa gaucha para conversar com uma professora que dedica seu tempo a preparar prendas e peões para os concursos, mas não fica nisso. Eximia jogadora de voleibol de areia e de quadra, Zaida Motta é a queridona da meninada na fronteira, na terra dos Marechais. Uma pessoa muito comum que gosta de esporte, de cinema e de viajar. 

            "Comecei no CTG Caiboaté, hoje não sou ligada à nenhuma entidade Tradicionalista em particular mas acabo fazendo parte de todas" - conta Zaida.

BLOG - Quando e como começou essa dedicação para ensinar e preparar prendas e peões? 
            Comecei a 28 anos atrás, minha primeira aluna foi minha filha Carolina

BLOG - Quantos nomes conhecidos por nós hoje, já passaram por tuas mãos?
           Muitos nomes, entre eles, Roberta Jacinto, Carolina Lemos, Jessica Vilar, Luana  Wojciechowski, Giovana Rossato, Yasmin Reinehr, Betina de Faria Hugo, Barbara Schneider, Eduardo Brum, Saulo Dutra, Namiriane Leal, Andrei  Seixas,  Andrissa Seixas, Mateus Louzada... 

BLOG - Quantos jovens te procuram anualmente? Já pensou em EAD?
           Muitos jovens. Difícil saber quantos. Este ano dei aulas por Skype

BLOG - Tu seguidamente está no exterior. Como conciliar as viagens e as aulas?
           Os últimos concursos são os regionais no mês de junho , eu viajo para o exterior de  julho a setembro, período de ferias dos meus netos que moram na Inglaterra, depois viajo novamente  em dezembro, neste período normalmente não  tenho alunos.
Esporte: Vôlei. Jogo vôlei de areia e de quadra.
Livro: O Caçador de Pipas
Filme: Uma mente Brilhante.
Tiraria o chapéu para: o Juiz Sergio Moro
Personalidade: Nelson Mandela



Escute um pouco da entrevista dela, dessa queridona, para o Blog... aprecie...





Vem aí a 7ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula

REGULAMENTO  
   A Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula é um evento poético promovido pela maçonaria do Grande Oriente do Rio Grande do Sul (GORGS) sob coordenação de seu Departamento de Cultura Tradicionalista, Piquete Fraternidade Gaúcha.

   Tal festividade, devido a sua grandeza e importância no cenário cultural do Estado, através da Lei municipal nº 10.903, de 31 de maio de 2010, passou a fazer parte oficialmente do Calendário de Eventos da Cidade de Porto Alegre.

   A sétima edição da Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula acontecerá no dia 11 de agosto, as 20 h, no Teatro do Sesc (Av. Alberto n. Bins 665, Centro, em Porto Alegre), conforme regulamento abaixo:

DA PARTICIPAÇÃO
Art. 1º – A 7ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula será dividida em duas linhas específicas.
a) Linha Maçônica. Os participantes (poetas, declamadores e amadrinhadores) desta categoria deverão pertencer a Ordem Maçônica de alguma Potência regular e reconhecida. Filhos e esposas de maçons estão inclusos.
b) Linha Não Maçônica. Esta categoria é livre não existindo a obrigatoriedade do item a deste artigo.
Art. 2º – As Linhas citadas no artigo 1º não concorrerão entre si.
Parágrafo único: A 7a. Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula terá um caráter de mostra, isto é, não haverá concorrência entre os poemas que subiram ao palco.

DA TEMÁTICA
Art. 3º – A temática para a Linha Não Maçônica deverá versar sobre os costumes, a cultura, a história, o regionalismo, as tradições de nosso Estado.
Art. 4º – A temática para a Linha Maçônica é idêntica a do artigo anterior podendo ser acrescidos focos inerentes a maçonaria.
Art. 5º – Será escolhida, a poesia com o MELHOR TEMA MAÇÔNICO.

DA INSCRIÇÃO
Art. 6º – As inscrições acontecerão exclusivamente pelo e-mail tertulia@fraternidadegaucha.com.br ,com o envio da poesia e a respectiva ficha de inscrição

DOS PRAZOS
Art. 7º –  O prazo limite para o envio das poesias será o dia 1º de julho de 2018.
Parágrafo único: As poesias classificadas deverão entregar seus trabalhos em condições de edição do CD até o dia 29 de julho de 2018, sob pena de desclassificação do festival.

DA CLASSIFICAÇÃO
Art. 8º – Serão classificados 10 (dez) poemas sendo cinco de cada linha (maçônica e não maçônica).
Parágrafo único: O MELHOR TEMA MAÇÔNICO estará inserido dentre os cinco da linha maçônica.

DA AJUDA DE CUSTO E PREMIAÇÕES
Art. 9º – Cada poema classificado receberá, a título de ajuda de custo e premiação, ao final de sua apresentação, o valor de R$ 1.000,00.
Art. 10º – Todos os poemas, classificados na triagem, receberão troféus alusivos pela apresentação da obra no palco.
Parágrafo Único: O MELHOR TEMA MAÇÔNICO também fará jus a um troféu.

DA CLASSIFICAÇÃO
Art. 11º – A Comissão Avaliadora, composta por membros do Piquete Fraternidade Gaúcha  de notório conhecimento poético e musical, escolherão, através de uma triagem,  10 (dez) poemas (cinco de cada linha) que subirão ao palco no local e hora aprazada.

DA APRESENTAÇÃO
Art. 12 – Cada declamador poderá defender no máximo um poema. O amadrinhador poderá subir ao palco duas vezes.

DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 13º – Todo concorrente com poema selecionado na 7ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula estará automaticamente cedendo aos promotores os direitos de comercialização dos trabalhos inscritos e autorizando a gravação em CD e/ou DVD.
Art. 14° – Quaisquer dúvidas a respeito do evento ou deste Regulamento poderão ser sanadas pelo fone (51) 91245851 com Léo Ribeiro de Souza, Diretor Cultural do Piquete Fraternidade Gaúcha e (51) 9 8028 616 com Maxsoel Bastos de Freitas, 1º Capataz do Piquete Fraternidade Gaúcha, Coordenadores Gerais da TERTÚLIA MAÇÔNICA DA POESIA CRIOULA.

COMISSÃO ORGANIZADORA

PRESIDENTE DE HONRA: TADEU PEDRO DRAGO (Grão-Mestre do GORGS)

PRESIDENTE: PAULO CREMER DOS REIS (Patrão do Grupo Tradicionalista Fraternidade Gaúcha)

COORDENADORES GERAIS: Léo Ribeiro de Souza e Maxsoel Bastos de Freitas

REALIZAÇÃO: FRATERNIDADE GAÚCHA - Grupo Tradicionalista e Piquete

      
Novidade: As dez poesias selecionadas na triagem (5 na linha maçônica, onde só maçons concorrerão e 5 na linha não maçônica) subirão ao palco do Teatro do SESC, no dia 11 de agosto, as 20 hs, para uma mostra poética. 
Fonte e arte: Léo Ribeiro de Souza
Paulo Cremer (Mérito Propaganda)

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Entrevista com Mateus Louzada - Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul

Os Troféus Farroupilhas da familia Louzada
         Conheça um pouco da historia do Peão Farroupilha do estado, que vem de família  que sabe levantar taça. Felipe Louzada, seu irmão, foi 1º Guri Farroupilha 2010/2011. 

Parabéns pra Rose e pro Louzada véio de guerra... Confira ai a história...

            Mateus Dias Louzada, 18 anos,  natural de Rio Grande. Cursava a faculdade de zootecnia, desde 2017, mas como não se adaptou ao curso, resolveu adiar mais o sonho, para se preparar bem para o Entrevero. "Quero fazer mesmo é a faculdade de musica. Ano que vem irei fazer novamente o ENEM. Hoje trabalho com minha família, na empresa de materiais de construção Louzada" - conta. 

Fala da tua preparação para este concurso / pessoas que ajudaram nesta caminhada
            Na verdade minha preparação vem desde 2014, quando concorri pela 1 vez a guri farroupilha,onde fiquei em 4º lugar. Voltei novamente no entrevo em 2016 como guri novamente, e novamente fiquei em 4º lugar. Pensei em desistir, mas meu destino estava traçado, o peão da entidade desistiu de ir a região alguns meses antes e a patroa me convidou para representa-los novamente. Pensei bastante e fui, e hoje estou aqui sendo o 1º Peão Farroupilha do RS. As pessoas que me ajudaram foram muitas, mas não posso deixar de citar algumas, meus pais e avós, meu irmão Felipe Louzada, nos estudos dona Zaida Motta, Tassya Marasciulo, no relatório Jussara Senna e Cintia diretoras culturais região, minha prenda Glaucia Crizel, Julia Graziela e toda sua família, Andressa Motter uma grande amiga, revisou meu trabalho, meu amigo João Pedro, e muitas pessoas que cito dentro da minha entidade  CCN Sentinela do Rio Grande e da Região.

Como foi a recepção em tua cidade, depois conquistar o cargo de Peão
do RS
            Cheguei na sede da minha entidade o CCN Sentinela do Rio Grande, fui recepcionado por muitos amigos com o carro de Bombeiros, pelo prefeito que estava la me esperando também, fizemos uma carreata no bairro e no Balneario cassino, fiz entrevistas em rádios, e TV local.
Mateus ao lado de seu antecessor, o veterano  Jhonatã Leindecker
Quais teus planos para a gestão
             Ainda não consegui colocar no papel, ate porque estamos fazendo através das redes sociais o nosso grupo da gestão, para conversarmos e planejarmos nosso ano. Mas uma coisa que tenho em mente, e conseguir fazer um grande trabalho para que ano que vem estejam as 30 regiões com peões guris e pias no 31º entrevero aqui na cidade de Rio Grande.

O que gosta de comer? Gosto de escondidinho de batata e churrasco.
Filme que gosta de assistir - Gosto muito dos filmes de Harry Potter

CTG Tiarayu promove sua 3ª tertúlia


Quarta Gauderia, na Galpão Crioulo, tem humor, boa gastronomia e bailanta


domingo, 15 de abril de 2018

II Congresso Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul


Entrevista com Rodrigo Guterres, o Bolinha, sobre o Fórum dos Instrutores


CLIQUE NA SETINHA DO PLAYER PARA PODER ESCUTAR A ENTREVISTA

Piquete Crioulo Mena Quevedo empossa sua nova patronagem

            Na noite de sábado, 14 de abril, na sede campestre do SEAACOM, o Piquete Crioulo Mena Quevedo, empossou sua nova diretoria. Criado em 13 de setembro de 1990, por um grupo de amigos em homenagem ao seu patrono Mena da Cunha Quevedo, homem campeiro, domador da Brigada Militar e integrante dos Cavaleiros da Paz e com seu lema: "O Homem e o Cavalo, o rastro é um só!" - o piquete recebeu centenas de amigos para o jantar, baile e posse da nova patronagem:


Patrão: Odacir Palaoro (Pinguim)
Capataz: Marildo Benin
Sota Capataz: Vitor Bartz
Tesoureiro: Wagner Duarte
Diretor Campeiro: Márcio Souza
Diretora Cultural: Naura Soares

Patronagem do Piquete Mena Quevedo 2018/2019


Piquete Fraternidade Gaúcha empossa nova patronagem

Integrantes do Piquete Fraternidade Gaucha
         Em jantar no Centro Templário, na noite de sábado, 14, foi empossada a patronagem do Piquete Fraternidade Gaúcha, grupo tradicionalista que é o braço gaudério da Maçonaria do Grande Oriente do Rio Grande do Sul. Na ocasião foi explanada as ações da antiga diretoria que fez um excelente trabalho e, também, apresentado o regulamento da 7ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, que vai se realizar no dia 25 de agosto.

          A nova Patronagem ficou assim constituída
Patrão: Paulo Cremer; 
Capataz: Maxsoel Bastos; 
Tesoureiro: Paulo Jacobus; 
Secretário: André Luis; 
Orador: Luis Niderauer; 
Diretor Campeiro: Renado Dorneles; 
Diretor Cultural: Léo Ribeiro de Souza.
Patronagem Eleita  -  Fonte: Leo Ribeiro de Souza
      "Parabéns aos que labutaram nestes dois últimos anos pela grandeza desta entidade e sucesso aos novos administradores" disse Léo Ribeiro em seu facebook.

#VemProMate - Mateada na Redenção, domingo, 22

Contribuição da Bastos Produções/Alma Gauderia para o evento: Arte: Liliane Pappen Bastos

Mateus Louzada é o Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul

Pela primeira vez em sua história a 6ª Região Tradicionalista leva o entrevero  para uma de suas sedes. Foi o jovem de 19 anos, Mateus Louzada, de Rio Grande, que conquistou este feito.

           O Entrevero de Peões do Estado chegou a sua 30ª edição do mesmo modo que foi a primeira: Muita confraternização, amizade e companheirismo entre os concorrentes. Em toda sua história, de 30 anos, apenas 15 Regiões se tornaram sede do Entrevero, ou seja, conquistaram o 1º lugar no concurso. A maior vencedora é a 15ªRT, com 4 títulos (Ernani e Lourenço Nunes - pai e filho - Rodrigo Moura e Diego Azevedo). Logo em seguida, seis RTs tem três títulos: 23ª, 11ª, 16ª, 3ª, 30ª e a 9ª. Por fim, oito RTs possuem um título farroupilha: 1ª, 4ª, 7ª, 12ª, 13ª, 20ª, 21ª e agora a 6ª RT. Entre as curiosidades, Porto Alegre, capital do Estado nunca teve um Peão Farroupilha.

            Já na categoria Guri, que teve seu primeiro concurso em 1996, onze Regiões chegaram ao título máximo, sendo que a 3ªRT é a campeoníssima com oito Guris Farroupilhas (chegando a monopolizar o título por cinco gestões - 1999 a 2004 - consecutivas). Em segundo lugar em a Região do atual Guri, Cezar Augusto Bertani Gomes, a 11ªRT. Duas RTs empatam com dois títulos: 15ª e 4ªRT. e, para finalizar, sete Regiões tem um título de 1º Guri Farroupilha do RS: 21ª, 7ª, 1ª, 9ª, 20ª, 6ª e 13ª.

            Na categoria Piá, estamos no quarto concurso, sendo que a 4ªRT já passa a frente com seu segundo título (João Mauricio, do CTG Farroupilha, do Alegrete). Seguido da 9ª e da 21ª RTs.

Mateus Louzada - Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul

Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul:
1º Lugar: Mateus Dias Louzada – CCN Sentinela do Rio Grande – Rio Grande - 6ª RT
2º Lugar: Thiago Rodrigues da Cunha – CPF Piá do Sul – Santa Maria - 13ª RT
3º Lugar: José Valdir Da Silva Corrêa Junior – CTG Tríplice Aliança – Uruguaiana - 4ª RT

Guri  Farroupilha do Rio Grande do Sul:
1º Lugar: Cezar Augusto Bertani Gomes – CTG Retorno à Querência – Nova Prata - 11ª RT
2º Lugar: Giovani de Azevedo Andrade – CTG Lauro Rodrigues – São Sebastião do Caí - 15ª RT
3º Lugar: Lucas Vargas dos Santos – CTG Querência Crioula – Giruá - 3ª RT

Piá  Farroupilha do Rio Grande do Sul:
1º Lugar: João Mauricio Oliveira Corrêa – CTG Farroupilha – Alegrete - 4ª RT
2º Lugar: Talles Alves Manganeli – CTG Pedro Telles Tourem – São Francisco de Assis - 10ª RT
3º Lugar: Vítor Vargas dos Santos – CTG Querência Crioula – Giruá - 3ª RT

sábado, 14 de abril de 2018

"A Revolução revista" - Peninha palestrou no Rancho da Saudade

              Um desafio para o departamento cultural do CTG Rancho da Saudade, de Cachoeirinha, organizar um evento um tanto contraditório aos parâmetros tradicionais das palestras em CTGs. Foi convidado Eduardo Bueno para falar sobre a Revolução Farroupilha, segundo uma visão menos ligada ao tradicionalismo gaúcho, um contraponto. Bastante polêmico em suas convicções, Peninha costuma conflitar na Rádio Gaucha, quando participa do "Sala de Redação" com os Colorados, ou mesmo em seu canal no You Tube, o "Buenas Ideias". Mais de cem pessoas estiveram presentes na palestra.

            Embora as obras de Bueno sejam utilizadas nas salas de aula e ele seja, por vezes, confundido com um historiador, sua formação acadêmica e experiência profissional são na área de jornalismo, o que lhe rende críticas por parte de alguns historiadores. Mas é um palestrante hábil e convincente. Mescla em seu discurso curiosidades, verdades (outras nem tanto) e humor. Além é claro, de muita pegação no pé dos colorados.
              Peninha iniciou a sua vida profissional aos 17 anos, como repórter do jornal Zero Hora, onde ganhou o apelido de "Peninha" (mesmo nome do personagem da Walt Disney que trabalha no jornal A Patada). Atuou como editor, roteirista, tradutor, e trabalhou em diversos veículos de comunicação. Formou-se em jornalismo pela UFRGS. Quando o jornalista paulista Augusto Nunes veio revolucionar o jornal Zero Hora, Peninha foi um dos principais nomes de sua equipe, apesar da diferença ideológica entre os dois.

             Aproveitando o contexto de preparação das comemorações pelos quinhentos anos do descobrimento do Brasil, fechou contrato com a Editora Objetiva para a redação de cinco livros sobre História do Brasil voltada para leigos, a Coleção Brasilis:

01 - A Viagem do Descobrimento (1998)
02 - Náufragos, Traficantes e Degredados (1998)
03 - Capitães do Brasil (1999)
04 - A Coroa, a Cruz e a Espada (2006)
      "Sucesso... nada mais pode definir esta fantástica palestra com Eduardo Bueno peninha! E como é bom escrever isso depois de tantos per causos. A Ângela Bortolozo da Silva só nos resta agradecer a oportunidade de contribuir e parabenizar por este lindo trabalho, e especialmente por este evento que há muitos anos não acontecia em nosso CTG. tu é show prenda! O Eduardo Bueno e Paula Taitelbaum palavras não podem definir a grande honra para todos nós que foi assistir, não só pra nós mas para todo o tradicionalismo que hoje abriu uma porta para abrir nossas mentes" - resumiu Jeandro Garcia, um dos organizadores do evento.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Governo do MS destinará recursos para a tradição e folclore gaúcho

      

         Integrantes do MTG-MS foram recebidos pelo Governador do Estado do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, para assinatura do termo de repasse para a realização do 29º Festival Sul-mato-grossense de Folclore e Tradição Gaúcha (Fegams), em julho, no CTG Campos da Vacaria, em Sidrolândia-MS. 
          O Presidente da CBTG, João Ermelino de Mello, participou deste momento importante acompanhado do Deputado Estadual do MS, Enelvo Felini e membros do MTG-MS. #30AnosCBTG

          “Os investimentos em festas tradicionais do nosso Estado ajudam a manter viva a tradição e estimulam a economia regional”, declarou Azambuja. 

            Os recursos são oriundos do Fundo de Investimentos Culturais de MS (FIC), por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Cidadania (Secc). 


Presidente João Mello, da CBTG - Foto: Aline Kraemer
            Deputado Estadual por Mato Grosso do Sul, Enelvo Felini, disse que a influência gaúcha no Estado contribuiu no desenvolvimento gerando emprego e renda. “Agradeço o Governo e a Fundação de Cultura pelo auxílio em nos receber e assinar o termo como forma de reconhecimento dos sulistas que tanto contribuíram para o progresso da agricultura do nosso Estado. Mais de dez mil tradicionalistas dos CTG’s serão beneficiados com a realização do Fegams, que é o evento maior da tradição gaúcha estadual, atraindo milhares de pessoas. Estamos felizes em realizar em Sidrolândia essa edição do Fegams”, comentou o parlamentar.

              Também prestigiaram a solenidade os deputados estaduais Onevan de Matos, Maurício Picarelli e Paulo Corrêa, a Primeira Dama de Sidrolândia, Ana Lídia Ascoli, Vereadores de Sidrolândia: Vilma Felini e Valdecir Jose Carnevalli, Patrões dos CTG’s: CTG Campos da Vacaria (Sidrolândia), Vanderlei Piana, CTG Tropeiros da Querência (Campo Grande), Renato Zancanelli e esposa Carolini Barros Meireles, CTG Querência do Sul (Dourados), Nestor Eberhard, CTG Chama Crioula (São Gabriel do Oeste), Adriana Borgmann, e tradicionalistas do MTG-MS.

Fonte e imagens: Aline Kraemer 
(Comunicação CBTG)

Você sabia que...

... a parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da versão oficial do hino?

             Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro, nos anos de 1879 e 1880. Em 17 de novembro de 2009, o cantor Eliezer Setton lançou um CD intitulado "Hinos à Paisana", das quais uma das faixas é o Hino Nacional Brasileiro com essa introdução cantada.

A letra da introdução, desconhecida do povo:


Espera o Brasil que todos cumprais com o vosso dever
Eia! Avante, brasileiros! Sempre avante
Gravai com buril nos pátrios anais o vosso poder
Eia! Avante, brasileiros! Sempre avante
Servi o Brasil sem esmorecer, com ânimo audaz
Cumpri o dever na guerra e na paz
À sombra da lei, à brisa gentil
O lábaro erguei do belo Brasil
Eia! Sus, oh, sus! 

          A palavra "sus" é uma interjeição que vem do latim sus: "de baixo para cima"; que chama à motivação: erga-se!, ânimo!, coragem! Neste contexto é sinônimo de "em frente, avante"

Paulo Gurgel Carlos da Silva
Portal Luis Nassif

Hoje é dia do Hino Nacional Brasileiro - 13 de abril

A escolha da data deve-se ao fato de que, na noite do dia 13 de abril de 1831, a música do hino foi tocada pela primeira vez no Teatro São Pedro de Alcântara, na cidade do Rio de Janeiro.

           Até abril de 1831, o hino considerado “nacional” era o Hino da Independência, composto pelo próprio imperador D. Pedro I. O responsável pela criação da música do hino, isto é, da parte instrumental, foi o maestro Francisco Manuel da Silva (1795-1865). A música do hino teria sido composta logo após os acontecimentos que marcaram o dia 7 de abril de 1831. Nesse dia, o então imperador D. Pedro I abdicou do trono a favor de seu filho, D. Pedro de Alcântara – futuro D. Pedro II. 

        A abdicação de D. Pedro ocorreu em razão de pressões políticas internas e externas ao país. Muitos brasileiros, entre políticos,  jornalistas, artistas e intelectuais, contrários a D. Pedro I e aos lusitanos partidários do imperador, vibraram com a sua abdicação. Francisco Manuel era um deles e compôs o hino para saudar o futuro que viria com o novo imperador, este, sim, nascido no Brasil.

         Quando houve a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, os republicanos desejaram a composição de um novo hino para celebrar o novo regime político. Para tanto, foi realizado um concurso. Entretanto, a nova música selecionada não agradou ao então presidente Deodoro da Fonseca, que optou pela permanência da música de Francisco Manuel da Silva. O hino permaneceu por algum tempo sem uma nova letra, até que, em 1906, um membro do Instituto Nacional de Música, chamado Alberto Nepomuceno, propôs ao presidente da República Afonso Pena uma reforma do Hino Nacional Brasileiro. Essa reforma alteraria alguns elementos da parte instrumental e acrescentaria também uma nova letra.


          Tão logo a reforma foi autorizada, um novo concurso foi feito para eleger a nova letra. O vencedor do concurso foi o professor e poeta Osório Duque-Estrada (1870-1927). A letra de Duque-Estrada tinha a maior parte feita com versos mais longos que os de Ovídio Saraiva (1ª letra), seguindo o modelo apreciado na época e muito utilizado pelos poetas parnasianos, isto é, o verso de dez sílabas métricas com marcação na sexta e na décima sílabas tônicas. Esse verso é conhecido como decassílabo heroico e ajustou-se bem à parte instrumental reformada por Nepomuceno.
Me. Cláudio Fernandes 
Site Brasil Escola

Vem aí o Festival Artístico Francisco Jacques Mattos (Em memória de Chico Mattos)


quinta-feira, 12 de abril de 2018

Música Gaúcha em destaque: Reponte da Canção acontece neste final de semana

             O tradicional festival que reúne diversos artistas e canções que contribuem para a consolidação da identidade da música gaúcha inicia nesta sexta-feira (13) e vai até domingo (15). Com mais de 700 músicas inscritas, o 33º Reponte da Canção e 25º Pérola em Canto pretende retomar as origens do Festival, neste ano com o tema “Repontando as origens” o festival terá apenas a linha Regional, onde as composições devem versar sobre os usos e costumes das lides do campo e galpão, ou litorânea representando as raízes da cultura regional gaúcha, tanto na letra, como no ritmo e instrumentos utilizados.  

            É um festival que divulga através das composições participantes, a música do Rio Grande do Sul estimulando a promoção Cultural, Histórica e Turística da Região Sul do Estado, aprimora e alarga suas fronteiras culturais com a integração das músicas e ritmos nativistas.

              A bilheteria do evento funcionará sexta-feira e sábado no horário das 10h às 03h, e domingo no horário das 10h0 às 22h. Os pacotes de ingressos para os 3 dias poderão também serem adquiridos com antecedência no prédio da Prefeitura Municipal, na Rua Coronel Alfredo Born nº 202, até sexta-feira, no horário das 08h às 14h. Quem adquirir os pacotes de 3 dias receberá uma pulseira que dará acesso ao Camping Municipal e ao Galpão Crioulo.

             Os interessados em acampar durante o evento deverão estar portando a pulseira e deverão realizar o cadastro na portaria do Camping Municipal no horário das 08h30 às 22h.

             Os ingressos terão os seguintes  valores: individual 1 dia – R$ 10; individual pacote para os três dias R$ 20; cadeira uma noite R$ 20 ou R$ 50 o pacote para os três dias; mesa R$ 250 para as três noites para quatro pessoas.

            No site da Prefeitura Municipal de São Lourenço do Sul você pode conferir as músicas classificadas e a ordem de apresentação destas. 

Confira a programação geral:

Sexta-feira (13):
•  20h30m: Abertura Oficial
•  21h: Show de Fabiano Bachieri e José Fernando Saalfeld
•  22h: Apresentação das Músicas Concorrentes
•  23h30m: Show de Encerramento de Aninha Pires - Galpão Crioulo
Após o show, na Praça de Alimentação, show com Cristiano Quevedo, na sequência show baile com Helmo de Freitas - O Carijó

Sábado (14):
•  20h30m: Show de Abertura com Quarteto Coração de Potro
•  21h30m: Apresentação das Músicas Concorrentes
•  23h: Show de Intervalo com Jari Terres
•  Divulgação das Músicas Classificadas
Após, na praça de alimentação, show de César Oliveira e Rogério Melo e na sequência show baile com Cristiano Vieira.

Domingo (15):
•  18h: Show de Abertura com Grupo Triopacito
•  18h40m: Show com Daniel Torres
•  19h40m: Apresentação das 16 músicas classificadas
•  21h: Show de Intervalo com Thomas Machado (The Voice Kids)
•  22h: Cerimônia de Premiação

Paola Zanetti lança obra contando a história da 21ª Região Tradicionalista

           A obra “O trem da 21ª RT- Conhecendo os vagões da nossa história” tem por objetivo registrar o resgate da história dos CTG’s da 21ª Região Tradicionalista, do Rio Grande do Sul, e também apresentar o estudo realizado pela prenda Paola Zanetti Ribeiro na região sobre o “Uso da vestimenta em diferentes momentos“, tema proposto pela 48º Ciranda Cultural de Prendas.

            "Só se ama o que se conhece!" Dessa forma, o resgate que cada entidade realizou e relatou, apresentados nesta obra, contribui sobremaneira para um maior conhecimento de suas comunidades tradicionalistas, proporcionando uma maior integração entre as mesmas na região.

            A pesquisa se propõe a mostrar como as pessoas vestiam-se em diferentes momentos, na década de 50, período em que o trem viveu seu apogeu na região.

             Assim, “O trem da 21ª RT” conduzido pela 1ª Prenda Paola Zanetti Ribeiro, recarrega seus vagões com fatos, lembranças, nostalgias... e está pronto para seguir viagem, firme em seus trilhos, rumo ao futuro do tradicionalismo!

A Autora 

     Paola Zanetti Ribeiro, mora em Pedro Osório/RS. Atual 1ª Prenda da 21ª Região Tradicionalista, gestão 2017/2018, 1ª Prenda do CTG Fogo de Chão, de Pedro Osório, gestão 2016/2017. Desde 2013, realiza um trabalho voluntario junto ao Colégio Estadual Getúlio Vargas de Pedro Osório, ensaiando e coreografando a invernada artística desse educandário. Recebeu, no ano de 2015, da Câmara de Vereadores de Pedro Osório, o título Mérito Tradicionalista pelo trabalho de destaque que realiza no tradicionalismo. Atualmente cursa Direito na Universidade Federal de Pelotas.

Senado Federal homenageia entidades culturais do Rio Grande do Sul

           Por iniciativa da Senadora Ana Amelia Lemos o Partenon Literário, que completa 150 anos, a Sociedade Gaúcha de Lomba Grande, 80, o 35 CTG e a Comissão Gaúcha de Folclore, 70 anos serão homenageados no dia 23 de abril, no Senado Federal.

           Em um ano que podemos considerar atípico, pois algo assim somente voltará a acontecer daqui há dez anos, as entidades fundamentais para o desenvolvimento cultural do Rio Grande do Sul completam seus aniversários com datas arredondadas (150,120,80,70...) e receberão uma justa distinção à nível nacional. A homenagem será transmitida pela TV Senado.

            "Acreditamos que desde o Partenon Literário os jovens fizeram a diferença, de maneira que a figura do gaúcho somente foi transformada pelos escritos como "O Vaqueano", de Apolinário Porto Alegre, a mulher ocupando espaços diferenciados já no seculo XIX, a busca pela liberdade dos escravos. O Grêmio Gaúcho de Cezimbra Jacques, a Sociedade Lomba Grande, o 35 CTG primeiro Centro de Tradições do mundo e a Comissão Gaucha de Folclore, com seus nomes tão importantes para as culturas populares do nosso estado." comemorou Rogério Bastos, responsável pelo encaminhamento do pedido de homenagens para as instituições.

           Dia 23 todas as instituições estarão lá representadas.

30º Entrevero Cultural de Peões do RS começa nesta quinta-feira