quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Por que no Brasil, hoje, não é dia dos namorados?

           Dia dos namorados ou dia de São Valentim é comemorado em quase todo o mundo neste 14 de fevereiro - a data é dedicada ao bispo Valentinus, que desafiou a autoridade do rei e começou a realizar casamentos escondidos visto que lutou contra uma lei do Império Romano que proibia o casamento durante as guerras. Ele foi morto por continuar celebrando uniões, mesmo com a crença de que os solteiros lutavam melhor. Mas, no Brasil, a data é celebrada no dia 12 de junho e nada tem a ver com o santo.
           Aqui, o dia teve uma origem comercial, em 1948, quando a rede de lojas Clipper percebeu que durante o mês de junho sempre ocorria uma queda nas vendas relacionada à ausência de uma data comemorativa no mês. Para reverter essa situação, a empresa contratou o publicitário João Dória, que teve a ideia de copiar o Valentine’s Day e escolheu o dia 12 de junho para as comemorações...

Coordenadoria da 1ªRT toma posse dia 20

           A Coordenadoria da 1ª Região Tradicionalista lembra que no dia 20 de fevereiro será realizado o 1º Encontro Regional de Patrões, no CTG Tiarayu. A entidade localiza-se na Rua Abilío Muller, nº 251, Bairro Jardim Itu, em Porto Alegre. A programação começa as 20h30min com a seguinte pauta:

1 – Prestação de Contas;
2 – Posse da Coordenadoria;
3 - Assuntos Gerais.

           Nessa oportunidade o coordenador apresentará sua equipe de trabalho visando um desenvolvimento maior das atividades das entidades filiadas incrementando a comunicação e divulgação dos eventos da 1ª RT.
           A presença de todos os Patrões ou seu representante é importante para tomarem conhecimento de assuntos pertinentes e somar ponto na lista destaques.

OBSERVAÇÃO:
           A representação das Entidades Filiadas será através dos Patrões e/ou 1º Capatazes. Outros membros de entidades somente participaram com carta de Apresentação assinada pelo Patrão.


Luiz Henrique Petersen Lamaison
Coordenador Regional 1ª Região Tradicionalista

Vem aí a 15ª Convenção da CBTG, dia 24, na sede do MTG

PROGRAMAÇÃO
15ª Convenção Brasileira da Tradição Gaúcha
24 de fevereiro de 2018 (sábado)
Sede do MTG-RS / Porto Alegre-RS

08h: Credenciamento dos Convencionais
09h: Sessão Preparatória da Convenção
09h30min: Sessão Solene de Abertura da 15ª Convenção Brasileira da
Tradição Gaúcha
10h: 1ª Sessão Plenária Ordinária da Convenção - organização das Comissões
Temáticas - Reuniões Temáticas
13h: Almoço (local próximo ao MTG-RS)
14h30min: 2ª Sessão Plenária Ordinária da Convenção - Apresentação e
Votação das Proposições
17h15: Intervalo
17h30min: Charla da Diretoria da CBTG com os Presidentes dos MTG’s para
eleição do Presidente e Vice do Conselho Diretor Biênio 2018/2019
19h: Sessão Solene de Encerramento da Convenção


CTG Tiarayu, de patronagem nova, promove sua segunda tertúlia


Marcada a posse da Coordenadoria da 18ªRT

           Após o triste episódio que retirou a vida do Conselheiro do MTG e ex-coordenador da 18ª RT, Gilberto Silveira, a data para a posse ficou para o dia 11 de março. Paula Oliva Bundt assumirá, pela primeira vez a Coordenadoria inaugurando um novo tempo na região da campanha, onde a mulher torna-se coordenadora regional.
Estaremos palestrando sobre a Mulher no Folclore Gaúcho baseado na vídeo palestra de Leandro Karnal e nos livros de Elma Santana, O Folclore da Mulher Gaúcha e Priscila Peixoto, a Mulher no Folclore

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Eu escuto música gaúcha, e você? - por Liliane Pappen Bastos

          Eu não preciso gostar do que todo mundo gosta, nem do que mídia me apresenta. Minha mãe já dizia que eu ‘não sou todo mundo’. Ela me ensinou que caráter e personalidade são características que posso desenvolver. Bem, mãe, eu desenvolvi. 

          Mesmo sem raízes profundas no tradicionalismo, desde os 12 anos – quando fui ao primeiro fandango da minha vida como acompanhante de uma prima – me apaixonei pela cultura gaúcha e seus elementos. Não vou entrar aqui no mérito do tradicionalismo como instituição. Me refiro à tradição em sua origem, o gosto pela pilcha, pelo mate, pelo churrasco e a conversa franca e honesta ao pé do fogo de chão. Desde então, minhas preferências musicais, literárias, artísticas e culturais têm se referenciado nessa fonte. Leio de tudo, me interesso por tudo, ouço de (quase!) tudo.

        Por que o quase? Tenho visto nas redes um bando de gente que reclama da música ‘imposta’ pela mídia – eles falam em especial da Globo, que projeta nomes como Anitta, Pablo Vittar e Jojo Todynho (???) (Eu nunca tinha ouvido falar dela e ainda não sei qual é a sua música ‘famosa’. Me esclareçam, por favor.). No entanto, grande parte dos reclamantes são os mesmos que, quando estão na balada dançam até o chão quando toca esse tipo de música. 

        Que fique claro que não estou criticando quem gosta. Cada um tem o direito de gostar do que quiser, assim como eu tenho direito de desligar o rádio quando toca qualquer coisa que me desagrade. A função dessa publicação não é fazer juízo de valor sobre a música ou qualquer tipo de arte, é declarar o direito de não ouvir (ou ouvir, se for o caso!). 

           A mídia oferece aquilo que o seu público consome. Anitta está no topo das paradas, não porque aparece seminua na TV (ou sim?), mas porque tem quem ouça (e muito!) suas músicas, acesse seus clipes e os compartilhe e promova nas redes sociais. Em suma: lei da oferta e da procura! É claro que quanto mais oferta, maior o número de consumidores.

          Ontem, 08/02, músicos gaúchos se reuniram na sede do MTG para discutir o futuro da música regional. E entre as constatações, eles se deram conta de quanta energia desperdiçam (e nós, consumidores, também!) debatendo se a música que vem de fora é boa ou ruim (Isso também serve pro BBB. Não gosta, desliga a TV ou troca o canal), ao invés de nos dedicarmos a promover o que é nosso e agregar novos consumidores ao que produzimos. 

 
          Temos aqui no Rio Grande do Sul, uma produção invejável de boas músicas, talentos incontestáveis do cancioneiro regional, grupos que se dedicam a preservar a tradição, mas, apesar de tudo, nossa música se restringe às nossas fronteiras. O problema é a nossa mente de colonizado, que continua nos impondo a visão de que a grama do vizinho é mais verde e que a música importada é melhor. Ledo engano!

             Fazendo um paralelo ao chimarrão (que também não sai daqui!), sempre afirmo nas palestras que o mundo não toma chimarrão porque o gaúcho não conhece seus benefícios e propriedades. Importamos chá verde, um dos mais consumidos do planeta, porque faz bem para saúde, mas desconhecemos o que o chimarrão nos proporciona (é considerado o chá mais completo do qual se tem conhecimento) além do hábito. 


Liliane é Presidente da Escola do Chimarrão
           O chimarrão existe há mais de 500 anos, foi utilizado pelos índios guaranis desde muito antes do descobrimento do Brasil, enquanto o café é consumido há uns 300. Mas o mundo consome café. Por quê? Porque enquanto os produtores de erva-mate se digladiam pelo mercado interno, os cafeicultores convencem seus consumidores que bom mesmo é tomar café!  O mesmo serve para música gaúcha. Enquanto nos atermos a discutir a grenalização musical: se a minha é melhor que a tua - continuaremos chimarrão. E penso que já passou da hora de nos tornamos café – doce, forte, atraente e comercialmente viável. 

            Entretanto, do meu ponto de vista (olha eu aqui de novo!) essa mudança começa em mim. Temos que parar com essa ideia de que em casa de ferreiro o melhor espeto é o de pau. Temos que parar de criticar (e assistir) Pablos, Anittas e Todynhos (Crítica também da IBOPE!!) e começar a valorizar Alexandres, Jocas e Fernandos. Somente consumindo o que os nossos músicos produzem é que fortaleceremos o mercado fonográfico do Rio Grande do Sul. E não me venham com esse mimimi de que as letras são difíceis e os ritmos são repetitivos. Hoje, temos músicas e artistas para todos os gostos. 

           Quer saber? Tem mercado para todo mundo e, graças a Deus, a internet tá aí pra nos libertar! Ao contrário do que muitos pensam, a gauchada é esclarecida e sabe usar perfeitamente o Spotify, Youtube, Soundcloud e todas as outras plataformas disponíveis. Então, bora reclamar menos e ouvir mais do que nos enche o coração e faz bem para alma? Eu escuto música gaúcha, e você?!

Encontro reúne grandes nomes da música gaúcha na sede do MTG

Um fato bastante raro é a reunião de músicos para debater ideias (normalmente em festividades se encontram), mas na noite desta quinta, 8, mais de vinte artistas do regionalismo gaúcho estiveram na sede do MTG para tratar sobre o futuro da musica


          Na noite de quinta-feira, 08 de fevereiro, a sede do Movimento Tradicionalista Gaúcho – MTG - na capital, foi palco de um grande encontro para traçar os destinos da música gaúcha. Diversos músicos do cancioneiro regional estiveram reunidos para definir estratégias de preservação para a cultura regional com o apoio da instituição que regula as entidades tradicionalistas no estado. Na ocasião, representantes de rádios web regionais também estiveram presentes. O encontro foi transmitido pela Rádio Campo Afora (http://odilonramospoeta.com) e, por live (ao vivo) no facebook do tradicionalista Rogério Bastos (disponível para quem quiser assistir - uma parcial do Encontro).

           A intenção é criar um grupo de debate para transformar a música em ferramenta de preservação da cultura através de um movimento coeso e organizado. Conforme o diretor do grupo Alma Gauderia, Fernando Espíndola, são as causas que agregam seguidores e, por isso a mobilização dos músicos é que pode trazer a representatividade necessária ao segmento. Ele ainda afirmou que o apoio e a parceria com MTG são essenciais para o fortalecimento da música. Assim como o MTG, Fernando é um dos idealizadores desta parceria.

            Entre as manifestações, os músicos presentes constataram a necessidade de preservação, já que, impulsionados pelas mídias, os modismos acabam invadindo o estado e ocupando o espaço da música local. Estiveram no local, representantes da música de baile, dos festivais e músicos de invernada.
Ainda segundo o presidente Nairo Callegaro deixamos de estimular as crianças a ouvir nosso cancioneiro. “Nos ensaios nos preocupamos com a dança tradicional, a invernada, mas esquecemos de colocar a música de baile para os pequenos dançarinos”, afirmou. O presidente defende as ações ordenadas para o crescimento da música.

           Joca Martins lembrou versos de José Hernandes, em sua obra Martin Fierro, onde os irmãos deveriam ficar juntos ou quem viesse de fora os devorariam. Segundo ele, é possível que não se tenha atingido a maturidade suficiente para entender o real significado e deixar de grenalizar as cosias, puxando um para cada lado. "Temos que parar de gastar energia preocupados com quem nem sabe de nossa existência. Temos que nos preocupar com a musica nova do Ernesto Fagundes, vamos ouvir o novo trabalho do Erlon, do Bonitinho, do Lincon, Cristiano Quevedo. Estamos gastando energia com quem nem tá preocupado conosco".

           Adriano Vedovi, pai da cantora vencedora da "Janela do Galpão" e revelação no site G1 - Repórter Farroupilha, Giovanna Vedovi, manifestou-se, ele que é carioca, dando a sua visão de quem vem de outro estado. "Vocês aqui tem uma cultura maravilhosa, tanto que escolhi viver aqui com minha família. Aprendi a tocar violão para a companhar minha filha. A oferta de boa musica e bons trabalhos talvez seja o real motivo da pouca valorização dos músicos, pois diferente de outros lugares que a mídia tem que inventar sucessos, aqui surgem permanentemente nos festivais" - disse Vedovi.

           Ernesto Fagundes lembrou que diversas vezes tentou o diálogo, conversou com dirigentes e que acha importante o MTG usar a musica como ferramenta, pois ele respeita muito a instituição, que sempre vê o Movimento como um "pai" (lembrando os 78 anos de seu pai comparando com os 70 do inicio do tradicionalismo), que não precisa se concordar 100%, mas estar sempre atento à mensagem que ele manda, de amor e respeito. "O MTG tem, pra mim, muito com a mensagem do pai. Não matar os avós para ficar de bem com os netos". Segundo Fagundes sempre se ficou discutindo o regionalismo, o nativismo, ou a  musica de raiz e, enquanto se debatiam e discutiam, não se aproximavam. 

            Durante o encontro ficou acordado entre os participantes que um grupo de trabalho será fomentado entre representantes da música gaúcha e do MTG para a definição de estratégias e ações que projetarão a música regional a um novo patamar. Interessados em participar podem contatar com Fernando pelo 51 98950 8679. Tanto Ricardo Fontoura, quanto Odilon Ramos e Leôncio Severo colocaram suas mídias a disposição para a divulgação do trabalho.

            Estiveram presentes, além do presidente do MTG, Nairo Callegaro, o vice-presidente da Fundação Cultural Gaúcha, Haroldo Teixeira e a Diretora da FCG, Vanessa Welter: Leôncio Severo, Rádio Sul Net, Ricardo Fontoura, Rádio Quero Quero, Odilon Ramos, Rádio Campo a fora, Leandro Berlesi (Beira D’Estrada), Alexandre Brunetto (Y Santa Fé), João Lucas Cirne, Jeandro Garcia (FCG), Henrique Scholz (M’Bororé), Ranieri Moriggi, Carlos Rogério (Cuca), Adriano Vedovi, Dâmaris Agnes Gianni, Regis Maciel, Joca Martins, Marcos (Matizes), Fernando Espíndola (Alma Gaudéria), Ernesto Fagundes, Juliano Trindade (Bonitinho), Lincon Ramos (ex-Campeirismo), Erlon Pericles, Felipe Medeiros, Rafa Martins e Ricardo Santos.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Nota de Falecimento - Eva Sopher, a guardiã do Theatro São Pedro

      Dona Eva Sopher, que ficou  conhecida por ser a guardiã do Theatro São Pedro, morreu nesta quarta-feira, dia 7 de fevereiro, aos 94 anos.  Em setembro de 2016, ela havia sofrido um AVC. O velório ocorrerá nesta quinta-feira (8), das 11h às 18h, na casa que ela ajudou a cuidar por 41 anos, desde 1975, o theatro São Pedro e será aberto ao público. Depois, a cerimônia de cremação será reservada somente aos familiares. A data de 07 de fevereiro, registra também a morte, em 2014, aos 56 anos, do músico e ator Nico Nicolaiewsky, um dos artistas recordista em apresentações no palco do Theatro São Pedro, com a peça "Tangos e Tragédias" (E também, o alferes Sepé Tiarayu). 

Governador José Ivo Sartori, pelo Twitter:

"Acabo de receber a triste notícia do falecimento de Eva Sopher. Deixo minha homenagem a essa grande mulher, que dedicou uma vida inteira à arte e à cultura. Como legado, deixa sua luta pela preservação do Theatro São Pedro, o respeito da classe artística de todo o Brasil e o carinho e a consideração do povo gaúcho. Estamos decretando Luto Oficial de três dias no Rio Grande do Sul. Nossa solidariedade aos familiares".

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Em março, rumo aos Estados Unidos palestrar

     Matéria que saiu na edição 689, na Flórida, pelo amigo Joe Sarmento, sobre os gaúchos que embarcam para os Estados Unidos me março para levar um pouco das nossas tradições... Rogério Bastos, Liliane Pappen, Guri de Uruguaiana, Conjunto Folclórico Arte Nativa, de Viamão e o cantor Joca Martins com sua banda, no primeiro final de semana de março.


Missa de 7º dia de Gilberto Silveira e caminhada pedindo justiça, em Bagé

          Após a missa, a Coordenadora Paula Oliva, convida para que as pessoas acompanhem uma procissão que seguirá pela avenida Sete de Setembro, pedindo justiça e paz na Rainha da Fronteira.
          É solicitado que os amigos vão de branco, simbolizando a paz....

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Classificatória "nacional" do JuvEnart 2018? O Paraná se propôs a fazer

          Atenção Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul... o cavalo tá passando encilhado. o Toni Alex Rodrigues se propôs a fazer a classificatória mas precisa que as entidades interessadas façam uma pré inscrição para que se atinja a meta de 25 grupos juvenis. De quebra um passeio por Foz do Iguaçú e suas belezas...

Vem aí a seletiva para a FECARS da 1ª RT, dia 25


Um pouco do jeito aprendiz, de Rodrigo Madrid

          Rodrigo Madrid Peres Vieira, tem 31 anos, natural de Pelotas/RS, Bacharel em Canto pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e Graduando em Licenciatura de Violão pela UFPel. Foi professor de canto no curso de Licenciatura em Música na Universidade Federal de Pelotas/RS e; atualmente leciona na Escola Mario Quintana também de Pelotas/RS.

         "Meu Jeito de Aprendiz" é o primeiro registro fonográfico de Madrid, composto de 10 canções, que apresentam ritmos e temas tradicionais do folclore gaúcho com arranjos e elementos contemporâneos, mais voltados ao urbano, mesclados a outras referências brasileiras. 

BLOG - Qual a importância da família neste contexto
     A família é meu apoio sempre. No início, tive algumas dificuldades por questões que a profissão de músico apresenta naturalmente, mas o apoio familiar foi fundamental para seguir adiante.


BLOG – Começastes em um CTG? Chegastes a cantar no ENART?
     Sim. Comecei no CTG Élio Olimar Rodrigues, que já não existe hoje. Logo, fui para o CTG Negrinho do Pastoreio, de Pelotas. Cantei muitos anos em invernadas pelo estado e dois anos como intérprete solista e acompanhando vários cantores como Raineri Spohr, entre outros. Vejo também hoje alguns cantores, como a Priscila Olave, que foi minha aluna durante o período como professor substituto na UFPel, se destacando e ganhando vários prêmios. Acredito que o ENART abre portas para as pessoas expressarem suas virtudes e talentos.  

BLOG – Como foi o crescimento dentro dos festivais?
      Foi ao natural, aprendendo e buscando evoluir com os aprendizados dos meus amigos e dos meus ídolos. Inicialmente, participei de festivais de intérprete vocal, como o Canto Moleque, e também representando composições de amigos. Com o tempo e amadurecimento, comecei a participar também como compositor.

BLOG – Tens dado aula de música?
     Sim. A música me mostrou o caminho de ser também professor de música. Então, dou aulas de canto, violão e musicalização.

BLOG – Fala sobre este novo projeto, musicas nas plataformas digitais.
      Na verdade não é um projeto e sim a busca de estar atualizado. Poucas pessoas ainda compram discos físicos e as plataformas digitais estão aí para ajudar o músico a seguir com seu trabalho. Com isso é possível divulgar o trabalho e até mesmo atingir públicos que possivelmente não teriam acesso a esse trabalho. 

BLOG – Quando não esta nas atividades musicais, o que o Rodrigo costuma estar fazendo?
      Sou uma pessoa bastante caseira. Gosto de ficar por casa e olhar algumas séries, shows e projetos musicais. Gosto muito de ficar com a minha família e também jogar vídeo game. (risos)


Blog – Comida preferida - Strogonofe com cheedar que eu faço. 
Blog – Filme - Assisto mais séries, tais como: Vikings, Bates Motel, Dexter e House Of Cards.
Blog – Livro - Atualmente, estou lendo “Quatro vidas de um cachorro”. Mas li praticamente toda a obra do meu conterrâneo, Vitor Ramil. Também gostei muito do livro “Bazar dos Poetas” de Ileides Muller e Darci Cunha.  “Andanças Imaginárias” de Nauro Jr., também foi uma grande leitura, a qual inclusive rendeu um tema musical premiado em festival. 
Contatos:
www.rodrigomadrid.net
musicorodrigomadrid@hotmail.com / musicorodrigomadrid@gmail.com
(53) 8418-0747 / 9145-6416

Fotos créditos: Caio Passos, Nauro Jr. 
Capa do CD: Miza Limões

Conheça Cassio Castilhos, campeão da Vacaria e cantador do Rio Grande

            A criançada brilha no "fofurômetro" do The Voice Kids cantando os mais diversos sucessos. Mas de cada um que aparece na TV tantos outros estão nos bastidores a espera de uma oportunidade. Mas esperar não é muito o jeito deste menino franzino, mas cheio de energia, Cássio Castilhos que, apoiado pela família (pais, avós, irmão) percorre o caminho da música desde piazote. Ainda participando da invernada mini-mirim do CTG Glaucus Saraiva, mas em uma época em que surgiam grandes talentos musicais, ele já se destacava ao lado do irmão Guilherme Castilhos (que hoje é musico profissional ao lado de grandes nomes do regionalismo gaúcho).

          Hoje, aos 13 anos, Cássio Castilhos de Oliveira está no 8° ano do ensino fundamental e continua no CTG Glaucus Saraiva, do Clube Militar Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana.

BLOG – Como foi o inicio de tua trajetória de interprete vocal?
      Iniciei aos 4 anos acompanhando meu irmão Guilherme Castilhos nos palcos dos rodeios, festivais e festas do CTG. Nessa época já cantava refrões de grandes temas gaúchos. "Eu sou do sul" e "Cantiga de rio e remo". Meu primeiro professor foi Silvio Costa, em Sapucaia do Sul.   

BLOG – Cite alguns titulo importantes
      Neste final de semana premiei 1° lugar no Rodeio Internacional da Vacaria, um dos maiores rodeios do RS. Fui destaque no mês de agosto, no quadro "A Janela do Galpão", no programa Galpão Crioulo, da RBSTV. Premiei 1° lugar na Tertúlia Nativista de Santa Maria, em Dezembro de 2017. Fiquei em 2 ° lugar, no festival Carijinho, de Palmeira das Missões e 3° lugar no Festival Coxilha Nativista, de Cruz Alta.
Foto: Liz Ribeiro Diaz  - Cassio Campeão Interprete Vocal da Vacaria
BLOG – Projetos que tu tens participado, como este com Erlon Péricles:
       "Aventuras da terra gaúcha", com o cantor Erlon Pericles (teatro musical) e "Crianças Em Canto", da cantora lirica Cristina Sorrentino (grupo Infanto Juvenil).
Cássio ao lado do irmão, Guilherme (D) e o mestre Willian Varela (com o Violão) e o Xará Cássio Figueiró, na Gaita
BLOG – A importância de teus professores de musica
       Os meus professores são meus mestres. Estão sempre prontos a me oferecerem o que cada um tem de melhor. Três palavras os definem: Foco, Conhecimento e Parceria. O primeiro foi o professor Silvio Costa e, atualmente são: Willian Varela, Cristina Sorrentino e Karlo Kulpa.
A família sempre apoiando os irmãos Guilherme e Cassio Castilhos   -   Foto: Liz Ribeiro Diaz
BLOG – A importância da família...
      Eles são meu porto seguro estão sempre ao meu lado nas horas boas e nos grandes desafios. Meus pais e avós se orgulham de mim. 

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Juninho Felix, um Centauro dos Pampas, como diria José de Alencar

    O escritor José de Alencar, em 1870, aos descrever o Gaúcho, em sua obra de retratos do Brasil, com certeza previa um homem meio homem meio cavalo, a simbiose perfeita, adaptada ao habitat. Do seculo XIX para o seculo XXi, Juninho Felix vem provando que ser gaúcho, realmente é esta simbiose. Conquistou a Vacaria, mais uma vez, na categoria adulta da prova de rédeas.      
   
      Paulo Felix Júnior, o Juninho, sempre representou o piquete Descanso do Pingo, de Viamão. "Comecei no meio do cavalo por influência do meu pai, Paulo Felix e do meu tio, Luiz Santos (o Xiru), homem muito campeiro e domador. Quando guri (9 anos) comecei a disputar provas de rédeas e, de lá pra cá, não parei mais, tendo o privilégio de montar bons cavalos e conquistar alguns títulos" - conta. 


BLOG - Cite alguns títulos importantes em provas de rédeas

Decacampeão do Rodeio Nacional Cidade de Porto Alegre 2004, 05, 06, 07, 09, 10, 11, 12, 14 e 15; 
Rodeio Internacional de Osório; 
Rodeio Nacional de Santo Antônio da Patrulha; 
Rodeio Nacional de Campo Bom; 
Bicampeão Brasileiro 2007, 2011; 
Tricampeão Estadual - FECARS 2010, 2012 e 2013; 
Hexacampeão do Rodeio Internacional da Vacaria 2006, 2010, 2012, 2014, 2016 e 2018 (Ultrapassando o recorde do Zé das Lavra); 
Tetracampeão do Rodeio da Semana Farroupilha de Porto Alegre em 2006, 2007, 2011 e 2012.

BLOG - Praticas algum esporte fora da lida com o cavalo?
     Faço academia pra cuidar da coluna pois treino muito cavalos no meu centro de treinamento, e prático futebol americano na equipe 'Bulls', futebol americano, onde jogo na posição Corner Back e Safety, por dois anos já. 

BLOG - Como é a tua preparação para as provas e para o teu cavalo?
     Na modalidade rédeas tenho meu cavalo baio, de nome 'Debochado' desde seus 15 meses, hoje ele tem 17 anos e sua preparação consiste mais em preparo e rendimento físico do que a prova propriamente dita. Não costumo treinar ele nas balizas pra não viciar ele mais do que ele já é, procuro respeitar os seus limites.Cuido muito para que não tenha dores, pois em todos esses anos ele nunca teve uma lesão. 
     Acredito que o segredo da longevidade dele em alta performance deve - se a isso, ao respeito que tenho por ele, e pela preparação para cada tipo de prova, pois cada lugar apresenta uma pista diferente, um exemplo é Vacaria, que o tamanho da pista a muito maior é mais pesada do que o tamanho oficial estabelecido pelo MTG, mas, graças a Deus sempre andamos bem lá. 

A mulher na sociedade e no folclore gaúcho

              Para falar sobre a mulher - tema de 2018 para as mostras das prendas - temos que ir além da feminilidade, sedução e maternidade, que a conceituam. É preciso falar – especialmente - do preconceito, misoginia e do olhar masculino derramado sobre ela ao longo de séculos. Por muito tempo as referências sobre a mulher foram masculinas. Na bíblia, na área da moral e nas artes, a mulher foi sempre retratada por homens. O debate e o grande desafio sempre envolveram o corpo feminino e a formação de estereótipos que agradassem a masculinidade vigente.

            Nas mitologias grega e romana, a mulher (Vênus ou Afrodite) é sedutora. Deusas do amor. Já em culturas predominantemente masculinas, como a grega, a mulher exerce um papel secundário e é excluída de tudo que acontece ao seu redor. Nesse caso, a mitologia reúne deuses que representam a natureza humana, eles possuem poderes e são responsáveis pelo entendimento do mundo e das relações entre os seres.

            Mas quem escreve a história? Se é masculina a mão que desliza a pena sobre o papel e a mente que concebe a ideia – homens, pensadores do sexo masculino - então, a forma de ver e referenciar o feminino é através de seus olhos e sentimentos. Na bíblia, o 9º mandamento diz para ‘Não desejar a mulher do próximo’, mas em nenhum momento faz referência sobre não cobiçar o homem. 

            Na pintura feita por Sandro Botticelli, no século XV, a Vênus surgindo nua de uma concha sobre as espumas do mar, figura do feminino platônico, distante. Já Peter Paul Rubens, que pinta a ‘toilette der Venus’, sugere que o que define a mulher é o espelho. Marte representa o homem guerreiro enquanto a mulher, a Vênus, simboliza a vaidade. 

A pintura mostra a Vênus surgindo nua de uma concha sobre as espumas do mar. A obra ainda apresenta Zéfiro, o vento do Oeste, assoprando na direção da deusa, acompanhado pela  ninfa Clóris.  À direita de Vênus, há uma Hora (deusas das estações) que lhe entrega um manto com flores bordadas
            Na sociedade ocidental dos séculos XIX e XX, o patriarcalismo e a misoginia estão fortemente presentes. Destacados pensadores deste período escreveram sobre a mulher sugerindo inferioridade e orientando-as à submissão. O filósofo alemão, Arthur Schopenhauer dizia que a mulher, por natureza, deveria obedecer e que “os homens são indiferentes entre si, mas as mulheres são, naturalmente, inimigas”. Entretanto, contrapondo a afirmação do filósofo, as guerras são feitas entre homens e lutadas por eles. Friederich Nietzche, depois de ser abandonado pela única mulher que amou escreveu: “As mulheres são menos que superficiais”.

             Sem dúvida, uma sociedade na qual grandes nomes do pensamento ocidental, durante décadas, se dirigem à mulher de forma tão desrespeitosa e tirânica, subjugando-as com o fardo da indiferença conseguirá mudar sua percepção sobre o tema?

             No entanto, delegar a mulher à um papel de coadjuvante é menosprezar sua importância na constituição da vida. Sem mulheres, a procriação estaria comprometida e a humanidade relegada à extinção. Sem o apego maternal e sensível da mulher, viveríamos uma sociedade de barbárie, onde as principais referências emocionais estariam seriamente comprometidas. (Restaria entre os homens a luta pela sobrevivência, a indiferença, o poder pela subjugação e a violência).

             A mulher vem lutando para mudar esses conceitos. Há anos, se empenha na conquista de seu espaço e pelo reconhecimento à igualdade que merece. Até a segunda década do século XXI, seu sucesso não passa pela boa vontade masculina. O sufrágio foi uma luta ferrenha, nos EUA em 1920, no Brasil em 1932 e, na Suíça, em 1987. Elas enfrentaram prisão, repressão e tiveram de lutar contra a coação que sofriam dentro de seus próprios lares. O direito ao desquite, mais tarde ao divórcio, o direito a remuneração justa, a igualdade de direitos e o direito à igualdade, a equiparação salarial, o aborto e a criminalização do assédio são pautas muito presentes no dia a dia das mulheres. Há, ainda, um longo caminho pela frente

No folclore

      A melhor bibliografia, sobre o folclore da mulher gaúcha, podemos encontrar nos escritos da professora Elma Santana que produziu obras muito importantes sobre as mulheres. “O folclore da Mulher Gaúcha”, “A mulher na Guerra dos Farrapos”, “as parteiras” e as “Benzedeiras” mostram a preocupação de Elma Santana com o folclore que se formou ao redor da mulher.
Livros publicados pela Folclorista Elma Santana
A mulher no Folclore Gaúcho

      A mulher tem uma importância muito grande no folclore. E impossível conhecer-se um povo sem conhecer o seu folclore e, à medida que nos aprofundamos no folclore do Rio Grande do Sul, vemos o papel muito singular que a mulher tem na sociedade rio-grandense, evidenciando-se a partir da visão que se tem do folclore gaúcho.

      No Rio Grande do Sul, o folclore relativo à mulher é muito rico: o folclore da concepção, da gravidez, do parto, do puerpério, dos primeiros anos da criança, todos eles intimamente correlacionados com a mulher.

      O folclore adivinha a gravidez antes que ela se verifique: basta uma criança engatinhando levantar as perninhas e olhar por baixo, por entre as mesmas; ou então quando duas senhoras estão conversando, fazem uma pausa e retornam a conversa ao mesmo tempo. Isso é sinal certo de que uma ficará grávida e que vão ser comadres. Até é comum uma delas "isolar" dizendo: "Vamos ser comadres".

      Ai vem receitas folclóricas para engravidar, desejos e enjoos,  a mulher gravida (período de gravidez), cuidados após o parto, benzeduras, crendices e superstições, descobrir o sexo do bebê, a força da fé, a menstruação e seu folclore, recomendações folclóricas pós nascimento da criança, namoro, noivado, enfim, muito tem a ser anotado referente ao folclore que envolve a mulher.
Fontes: Video Palestra de Leandro Karnal; Elma Santana; Priscila Peixoto e pintura de Edson Vasques
Simone de Beauvoir
      "É preciso defender as mulheres, inclusive, para que os homens sejam libertados do peso de oprimi-las".

Desafio permanente
      Debater assuntos que afetem diretamente tanto as mulheres quanto os homens.

Pedro Pedrozo é o novo Patrão do CTG Ronda Charrua

Vice-prefeito de Farroupilha tomou posse neste domingo, na sede da entidade, em Farroupilha

          O vice-prefeito de Farroupilha, professor de coreografias e de danças tradicionais, Pedro Evori Pedrozo é o novo Patrão do CTG Ronda Charrua. A posse ocorreu na tarde deste domingo na sede da entidade na Rodovia dos Romeiros. A nova patronagem foi eleita por aclamação e assume a gestão 2018/2019.

A nova Patronagem do CTG Ronda Charrua ficou assim composta:
Patrão: Pedro: Evori Pedrozo
Capataz: Elenice Girelli
2º Capataz: Fernanda Gaviraghi da Silva
Sota Capataz: Suelen Biazoli
2º Sota Capataz: Luciano Luís pontel
Agregado das Pilchas: Miriam Mugnol Zamboni
2º Agregado das Pilchas:Solange suzin
Presidente Conselho de Vaqueanos: Gilmar Rafael Marques

Fonte: Spaço 100.9FM
Foto: Elenice Girelli

34ª Cavalgada do Litoral Norte - A Cavalgada do Mar

            Há 20 anos atras eu, meu pai e meu irmão, ao lado do Piquete 33,  de Alvorada, fazíamos a Cavalgada do Mar. Era nossa primeira experiencia. Cavalgamos até a 30ª e fomos parando...Dá saudade dos acampamentos, dos amigos, dos trechos percorridos à cavalo ou no apoio. Meu filho se criou ai, cavalgando ano a ano... 


Com nossos amigos da Familia Blehm




Resultados do 32º Rodeio Internacional da Vacaria

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Resultados individuais

Trova Mi Maior de Gavetão
1º Dhiuliel Antunes Chaves CTG Caiboaté São Gabriel 
2º Paulo Rogerio Lima Chaves CTG Tarumã São Gabriel 
3º Leoncio Machado Amaral Ass.Trovadores Luiz Müller Sapucaia do Sul 

Estilo Gildo de Freitas - (Trova)
1º Jadir Soares de Oliveira CTG Velha Cambona Portão 
2º Luciano Pereira Quines CTG Presilha do Pago Santana Livramento 
3º Dhiuliel Antunes Chaves CTG Caiboaté São Gabriel 

Payadas
1º Roger Josiel da Silva Chaves PTG Novo Grito São Gabriel 
2º Celso de Oliveira CTG Velha Cambona Portão 
3º Jadir Soares de Oliveira CTG Velha Cambona Portão 

Chula Pré Mirim
1º Kailon Jacob Pereira CTG Alexandre Pato Lagoa Vermelha 
2º Miguel Bonoto Nunes de Souza CTG Laço da Amizade - Gravataí Gravataí 
3º Matheus Callegaro Araujo Corim GDF Os Farroupilhas Santo Ângelo

Chula Mirim
1º Gabriel dos Santos Pavani CTG Vaqueanos da Tradição Porto Alegre 
2º Artur Eduardo Machado Latroni CTG Aldeia dos Anjos Gravataí 
3º Fabio de Andrades Paula da Fonseca - CTG Sentinela da Querência - Santa Maria Santa Maria 

Chula Juvenil
1º Felipi de Lorenzo de Souza CTG Sentinela da Querência - Vacaria 
2º Arthur Santos Calgaro CTG Rincão da Lealdade Caxias do Sul 
3º Leonardo de Lima Maison GDF Os Farroupilhas Santo Angelo 

Chula Adulto
1º Matheus Gueresi de Onazar CTG Lalau Miranda Passo Fundo 
2º Luiz Felipe Curtarelli CTG Coxilha do Quero-Quero Chapecó 
3º Leonardo Moises Silvano CTG Rancho da Saudade Cachoeirinha 

Chula Veterano
1º Marcelo da Rosa CTG Mata Nativa Canoas 
2º Taizor Machado Dorneles GDF Os Farroupilhas Santo Ângelo 
3º Renan Machado da Silva Grupo de Arte Nativa Sepé Tiaraju Espumoso 

Intérprete Vocal Prenda Adulta
1º Josiane Terezinha da Silva Bedin CTG Felipe Portinho Marau
2º Daniela Correa Silva CTG Estância de Sapucaia Sapucaia do Sul 
3º Cristiane Capistrano Alves ChardozinoCTG Planalto Lageano Lages 

Intérprete Vocal Peão Adulto
1º Anderson Barros de Oliveira CTG Rincão da Lealdade Caxias do Sul 
2º Leandro Pereira Sutil CTG Anita Garibaldi Lages 
3º Patrick Antunes CTG Lalau Miranda Passo Fundo 

Declamação Prenda Adulta
1º Silvana Regina de Andrade Soc. Gaúcha de Lomba Grande - Novo Hamburgo 
2º Rosa Maria Makoski Linn CTG Lalau Miranda Passo Fundo 
3º Romila Hoffman do Amaral CTG Herdeiros da Tradição Caxias do Sul 

Declamação Peão Adulto
1º Joao Batista de Oliveira CTG Sinuelo da Serra Serafina Correa 
2º Neiton Bitterncourt Perufo CTG Laço Velho Bento Gonçalves 
3º Kelvyn Eduardo Krug CTG Felipe Portinho Marau 

Declamação Prenda Veterana
1º Joseti Gomes Soares CTG Laço da Amizade - Gravataí Gravataí 
2º Judite Luiza Broch Carlet Grupo de Arte Nativa Sepe Tiaraju Espumoso 
3º Katia Hahn Schu CTG Felipe Portinho Marau 

Declamação Peão Veterano
1º Jesus Suli Assumpcao dos Santos CTG Brazão do Rio Grande Canoas 
2º Sergio Osmar Oliveira Lacerda DTG Leão da Serra São Leopoldo 
3º Alvandir de Oliveira CTG Tiarayú Porto Alegre 
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Danças Tradicionais Adulto
1º CTG Rincão Serrano Carazinho 
2º CTG Barbicacho Colorado Lages 
3º CTG Os Carreteiros Caxias do Sul

Danças Tradicionais Veterano
1º CTG Rincão da Lealdade Caxias do Sul 
2º Grupo de Arte e Cultura Querência Açoriana São José 
3º CTG Os Carreteiros Caxias do Sul 

Danças Tradicionais Juvenil
1º CTG Rincão da Lealdade Caxias do Sul 
2º CTG Porteira do Rio Grande Vacaria 
3º CTG Os Carreteiros Caxias do Sul

Danças Tradicionais Mirim
1º CTG Porteira do Rio Grande Vacaria 
2º CTG Os Carreteiros Caxias do Sul 
3º CTG Rincão da Lealdade Caxias do Sul


CTG Os Carreteiros é o Campeão Geral da Artística

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Resultado da Campeira


Clique na imagem
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3º Sarau da Prenda Jovem, em Igrejinha


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Nota de Falecimento - Vítima da violência, morre Gilberto Silveira

          Ao chegar em casa, depois da tertúlia do CTG Tiarayú, meu celular estava cheio de mensagens no WhatsApp. Mensagens de dor, de tristeza vindas da minha querida 18ª RT, as noticias davam conta que o ex-coordenador e atual conselheiro do MTG, Gilberto Silveira Bittencourt, havia sido assassinado.

          Gilberto era um amigo de muitos anos. Lembro quando fui palestrar no Pampa e Minuano, ele era o patrão, o então Coordenador, Jorge Abott, o Liquinho, nos apresentou, mas parecia que nos conhecíamos de outros tempo. E realmente, a Michele, irmão do Gilberto era minha amiga dos tempos  que o SESC era parceiro do MTG na realização dos festejos farroupilhas. Ali entre mates, cervejas e churrascos eu disse: "Tu serás coordenador regional!". E não demorou.
Esse apoiava a juventude como poucos fazem, com alegria, sorriso largo. Um amigo fiel
           Ficou a promessa de jogarmos futebol juntos, já que além de amigos, eramos colorados ferrenhos. Passávamos horas rindo e falando em futebol. Uma paixão em comum. Fazendo piadinhas com outros coordenadores sobre inter e grêmio. Gilberto sempre foi um amigo fiel. Não tinha hora para falarmos, para nos aconselharmos... Para trocarmos ideias.
Nossa foto na FECARS, em 2013, jantamos juntos e ele disse: "Pra ti coca cola, tens que ir pra casa". Amigo cuidadoso
 "Fica sempre aquela ideia de um dia jogarmos, de um dia sairmos juntos, ir pra praia, tomar umas geladas e comer um churrasco. Mas deixamos para depois. Vai ter mais ferias. Não dá tempo de ir visitar. Mas depois, temos tempo de ir aos velórios de amigos. Em uma semana dois amigos de 48 anos, minha idade, se foram, de forma violenta. Mas Gilberto, te fostes e nem jogamos aquela bolinha que tinha ficado prometida. Não mais rir de tuas risadas e nem fazer planos que nunca conseguíamos concluir. O consulado colorado ficou mais triste. Tu davas mais alegrias ao consulado do que nosso time. Agora te foi meu amigo. Que o Pai maior te mostre o caminho da luz e tu sigas aonde estiver olhando por nós. Por que tu sempre me foi um amigo fiel."

Uma turma de amigos. Rui Rodrigues e Andrea, outros amigos queridos de Livramento. Toni e Gilberto... Vai dar saudades
           Nesta triste noite do verão de 2018, último dia de janeiro, Gilberto fazia planos de uma nova empresa, um cara empreendedor. Nos deixa vítima da violência que toma conta do nosso povo. Quantos jovens ficaram órfãos? Diellen, Bergamota... Paulinha... Benites, teu fiel escudeiro.. E teus amigos e admiradores. Descansa em paz irmão.


           O corpo do Conselheiro do MTG e ex-coordenador da 18ªRT,  Gilberto Silveira está sendo velado nas dependências do CTG Pampa e Minuano, no bairro Malafaia. O sepultamento está marcado para às 18h desta quinta feira, dia 01/02, no Cemitério de Bagé.